sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Quero?



Tenho dificuldade em acreditar no amor.
Contudo, é só isso: dificuldade.
Já o julguei uma fantasia, uma invenção de poetas.
Já o julguei a maior e mais nobre força do Mundo.
Hoje… não sei!
Sou a pessoa mais individualista que conheço.
Não cresci num bom ambiente familiar.
Não tenho muitas uniões de sucesso em meu redor.
Torna-se difícil acreditar que o amor seja algo bonito, duradouro, pacífico, que nos encha o estômago de borboletas.
Quase sempre que penso no futuro, sei que o amor, se existir, não é para mim.
Quase sempre…
O meu coração é demasiado grande para ser entregue a uma só pessoa.
Mas saberia tão bem colocá-lo numa caixa e deixá-lo ter dono…

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Vira o disco e toca o mesmo




“Sabe qual é a reforma da minha mulher? Não chega a 800€ por mês. Tenho de trabalhar para ela. Mas como está sempre ao meu lado, merece a minha ajuda.”







Portugal é uma anedota!
Queixas para quê se votam sempre no mesmo?
Socras, Socras… Toma lá outro mandato!
Cavaquistão, Cavaquistão… Outro mandato para ti também!
Definitivamente, a queixa é o desporto nacional. É como a tourada! Agrade ou não, tem sempre de se manter.

PS: Aníbalzito… 800€??? E é assim tão pouco que tens de trabalhar para ela?!?
Mau… Abre o olho! A Maria anda-te a enganar… Há famílias com agregados de 6 e 7 pessoas a viverem com 400€. Se 800€ não chega para a Maria, algo se passa…

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sugestão de início de ano


(filme baseado numa história verídica)


Para que acreditemos que a verdadeira amizade ainda existe e a que a bondade ainda habita em alguns corações.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Espero que não seja um presságio...



É o primeiro dia do ano e estou incrível e profundamente triste.
Passeie sozinha a manha toda, de guarda-chuva sobre a cabeça, a aragem fresca no rosto.
Sinto-me quase derrotada. Não sei… Hoje é um dia em que nem me apetece ser eu.
Esperemos que amanha melhore, porque não tenho tempo para desistir de mim.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011



Todos os anos, presente a expectativa de uma nova era, fazemos promessas e desejos. Comemos as doze passas ao som de badaladas, com a real crença de que algo irá mudar, de que nós iremos mudar e procurar algo novo, quem sabe a felicidade.
Acontece que as promessas não passam disso mesmo e os sonhos não saem do nível de mera aspiração.
Eu própria, nos últimos 2 anos, fiz inúmeras promessas, de água nos olhos, querendo mudar o mundo, o meu mundo.
Porque não nos esforçamos mais?
Porque não procuramos a felicidade?
Creio que existem 2 obstáculos essenciais:


- Os sonhos e desejos devem sempre ser realistas. Não percamos tempo em sonhar com casas, carros, a alma gémea ou viagens. Desejemos sim saúde, amigos felizes e bons que nos apoiem e acarinhem quando precisemos, sorrisos, lágrimas de alegria e muita paz.

- Procurar a felicidade? Ela é alguma espécie de ave que devamos ir caçar a um bosque?
A felicidade é algo que surge enquanto fazemos outra coisa. A felicidade não é um sonho e sim um modo de vida.
Coisas más acontecem a todo o segundo, mas depende de nós fazer delas uma escuridão trapaceira, que nos consume de amargura ou vê-as como uma aprendizagem, um processo de fortalecimento.


Por isso, este ano não farei promessas, não pedirei desejos.
Milagres não acontecem sozinhos ou por amor divino. Acontecem sim pela fé humana, pela amizade e pelo amor, pela compaixão e graciosidade.
Não se pode projectar ilusões sempre que o ano vira. O que tem de virar é a página da nossa vida. Podem colocar muitas capas e impressões novas num livro, mas a história manter-se-á a mesma. E eu estou já aborrecida com a história que venho lendo há vários anos.
Cabe a mim, a nós, mudar de livro. Reescrevamos uma nova história, um épico, uma aventura, algo digno de ser relembrado. Afinal, quando partirmos, o que ficará? Seremos apenas um pedaço de memória na mente de alguém. Façamos com que essa memória seja saudosa.

sábado, 25 de dezembro de 2010

É Natal, é Natal; Olha a crise a apertar!

Não gosto do Natal.
Mas gosto do seu espírito.
Gosto de passear por ruas iluminadas, ver sorrisos fraternos, respirar amor.
Não gosto que só haja um dia por ano em que as pessoas transpirem amor, sorriam para quem por elas passa e dediquem tempo em busca de presentes para agradar outros.
Sei que parece cliché dizer “O Natal devia ser todos os dias” ou “O Natal é quando um Homem quiser”; contudo, é uma verdade a ser venerada.
Justamente por ninguém se dedicar ao Natal 365 dias por ano, é que eu não gosto dele.
Porque só se lembram do Banco Alimentar na época natalícia?
Não faz mal morrer de fome em qualquer outra altura desde que os cadáveres não apareçam na rua numa época em que podem tapar a visão dos transeuntes sobre as dispendiosas luzes?
Para mim, o Natal é o feriado da falsidade e idiotice!



FELIZ NATAL

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

New Optimism Gang



O blog Shiuuuu teve uma excelente iniciativa: NEW OPTIMISM GANG.
Consiste numa rede de blogs, unidos com a finalidade do optimismo, da boa vibe, da fé na vida, no presente e no futuro, encarando as adversidades com um sorriso permanente.
Quem quiser e se enquadrar na filosofia, pode obter mais informações no blog atrás referido.