sábado, 6 de abril de 2013

Futura terapeuta




Este fim-de-semana encontro-me em processo de evolução espiritual (se conseguir!).
Como sabem, há coisa de 3 meses descobri o Reiki e tenho frequentado um centro onde recebo este tratamento. Mas agora surgiu a hipótese de fazer o curso, ser eu mesma terapeuta, podendo fazer-me auto-tratamentos e treinando no próprio espaço do centro para adquirir experiencia.
E esta manhã, das 10h às 16h, lá fui eu, toda entusiasmada, fazer o curso.
Hoje foi só teoria, entender como funcionam os nossos chackras, como trabalhar a energia, estudar os nossos corpos (parece que além deste físico há mais uns quantos). Amanhã avançaremos para a prática em que tentaremos aplicar tratamento uns aos outros.
Parece-me tão difícil! Não me imagino a canalizar energia com as mãos, a conseguir ajudar alguém a evoluir espiritualmente como fizeram comigo. Estou nervosa e cheia de dúvidas para amanhã!
O que me levou a este caminho? Exactamente a mensagem que o Dalai Lama e o Homer Simpson nos passam ali na imagem. Cheguei a um ponto em que a maldade alheia me afectava de tal forma que eu própria era já um reflexo e extensão desse mal. E espero nunca mais passar pelo mesmo, ser forte o suficiente para ser superior. O Reiki salvou-me e chegou a hora de agradecer ao Destino, tirando outros do Inferno.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Das aulas de código



Pensei que fosse mais enfadonho. Mas de todos os modos, a motivação é pouca.
Nunca sonhei com ter a carta de condução. Talvez por viajar sozinha desde os 17 anos e ter alma de mochileira. Sou muito de pegar na mochila e andar por aí, de autocarro, poder recostar-me e dormir, ver a paisagem. Não me parece que conduzir vá ser muito do meu agrado e prazer.
Estou inscrita na Escola de Condução há 1 mês e ainda só fui a 9 aulas. Quero mesmo a carta só porque dá jeito para procurar emprego e poder trabalhar longe, senão estarei sempre muito limitada neste sentido.
Bolas! A ver se levo uma injecção de incentivo e despacho esta porcaria.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Vou ali entupir-me e já volto


O café pendente



Vi esta iniciativa no Facebook e achei incrivelmente simples e útil. Leiam com atenção:


"Entramos num pequeno café, pedimos e sentámo-nos numa mesa. Logo entram duas pessoas:
- Cinco cafés. Dois são para nós e três "pendentes".
Pagam os cinco cafés, bebem os seus dois e se vão.
Pergunto:
- O que são esses “cafés pendentes”?
E me dizem:
- Espera e vais ver.
Logo vêm outras pessoas. Duas raparigas pedem dois cafés - pagam normalmente. Depois de um tempo, vêm três advogados e pedem sete cafés:
- Três são para nós, e quatro “pendentes”.
Pagam por sete, tomam seus três e vão embora. Depois um rapaz pede dois cafés, bebe só um, mas paga pelos dois. Estamos sentados, conversamos e olhamos, através da porta aberta, a praça iluminada pelo sol em frente à cafetaria. De repente, aparece na porta, um homem com roupas baratas e pergunta em voz baixa:
- Vocês têm algum "café pendente"?
As pessoas pagam antecipadamente o café a alguém que não pode permitir-se ao luxo de uma xícara de café quente. Deixam também nos estabelecimentos, não só o café, mas também comida. Esse costume começou na Itália mas ultrapassou as fronteiras e difundiu-se em muitas cidades de todo o mundo."

E que tal instaurarmos isto em Portugal?

Da solidariedade digna



No anterior sábado, vésperas de Páscoa, um supermercado aqui da cidade fez uma iniciativa muito digna e positiva.
Evitando situações como as do Pingo Doce e as suas campanhas agressivas em que o pessoal, para comprar 3 bifes e uma caixa de ovos, sai de lá sem um olho e 7 hematomas, este supermercado decidiu lançar uma campanha sem aviso prévio. Resumindo: os 100 primeiros clientes da manhã ganhavam um mini-cabaz com um frango, uma garrafa de vinho, uma lata de pêssego e uma lata de salsichas.
Até eu, que vinha do penso e fui lá só buscar uma garrafa de água, sendo a cliente 95 tive direito ao cabaz.
Assim sim, tudo sem correrias nem aviso, tudo digno. E muitas velhotas saíram de lá felizes com o seu franguito.