O Dan Brown pode até
não ser um Nobel como o Saramago, um José Luis Peixoto premiado, pode não fazer
uma literatura de eleição mas que me prende e tira a respiração, isso sem
dúvida!
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Tradição…?
E como a Sic tem muito
orgulho na “nossa” (podem ficar com ela) “tradição” taurina, acharam que seria
engraçado fazer um programa onde uma data de otários tenta pegar touros pelos
cornos, chateando-os, atirando-se a eles. Serei a única a achar este novo
programa um nojo?
O veterinário assustado
O Eros está doente. Dá
pena olhar para ele.
Tudo começou a semana
passada quando começou a ficar com o focinho inchado e o céu da boca ensanguentado.
Mal comia e esfregava constantemente o maxilar dele no meu.
No domingo lá fomos a
um veterinário mais baratinho que uma colega me tinha recomendado. O homem é
especialista em grande gado e parecia nunca ter visto um gatinho em toda a
vida. Ainda para mais como o meu é super agressivo, o homem tremia e era mais
que notório o terror que estava a sentir. Sempre deve ser verdade que os
animais cheiram o medo porque o Eros ficou descontrolado, fez xixi para cima do
homem, na maca, no chão, berrou, assanhou-se ao máximo. O homem tentou
tirar-lhe a temperatura e, ainda não estava a tentar já estava a desistir,
cheio de medo da minha cria. Injectou-lhe o antibiótico a olho, uma vez que nem
tentou pesa-lo e disse-me que as infecções acontecem, vá se lá saber porque tem
o Eros a boca naquele estado. Acontece! Isto é lá argumento para um veterinário
profissional?!
Injecção dada e um mero
betadine receitado, lá viemos com 25€ a menos na carteira. Segundo o “especialista”,
em 3 dias o meu bebe deveria ficar bom. Ora 3 dias… isso teria sido ontem.
Realmente melhorou. Ou
assim parecia. Não fosse o facto de eu ter chegado hoje a casa e o ter
encontrado com a parte de baixo do focinho mais que inchada e sem pelo. Tem um
mega lábio branco cheio de derrames.
Vou investir mais vezes
no betadine durante este fim-de-semana e se nada acontecer, lá terei dir
segunda-feira a um veterinário melhorzinho e mais carote.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Provações
E quando pensamos que o
nosso mundo flui bem, tranquilo, que estamos a atingir um certo equilíbrio, vem
a vida e baralha todas as jogadas, fazendo-me entender que ainda tenho muito
que observar nas pessoas.
Há uns dias, o marido
de uma colega de trabalho decidiu meter-se comigo e com outras amigas mesmo à
frente do meu posto de trabalho, com a mulher dele lá dentro a fazer as suas
funções. Fiquei chocada! Não contava com este desplante e ousadia! O homem
abusou mesmo, comia-nos com os olhos, mandava frases brejeiras ao ar…
O João assistiu a tudo
(sim, nunca mais aqui falei dele mas estamos bem, amigos) e foi confronta-lo,
uma vez que (coincidência) são colegas de trabalho.
O João ligou-lhe e a
minha colega ouviu tudo, ela bem viu que o marido não desmentiu, apenas disse “Eu
só brinquei com ela, nada de especial, ela é que se deve ter ofendido” (pois
claro, eu é que me armei em esquisita porque é super normal trintões casados,
pais de família, “brincarem” com jovens que não conhecem…).
Perante esta estupidez
toda, descobri que há mulheres muito burrinhas, carentes e ridículas. A minha
colega decidiu dar a cara pelo marido e diz que isto é tudo invenção minha para
causar um divórcio e lhe roubar o marido.
O pior é que a minha
colega é daquelas pessoas muito populares, rudes, peixeiras mesmo, dentes
podres, só conheceu este homem em toda a sua vida. Logo, pareceu-lhe por bem,
ao invés de raciocinar e vir conversar comigo e esclarecer tudo, iniciar uma
campanha contra mim. Anda por todo o nosso trabalho a dizer que sou uma
pistoleira caça maridos e que me acho “boa” e linda, que me pavoneio todo o dia
para engatar homens.
Esta semana estou de
férias e ainda não nos cruzamos mas uma colega amiga vai-me pondo a par da
situação e diz que toda a gente, até miúdos de 18 anos que andam lá a estagiar,
já mandam piadas ao ar sobre mim.
Com toda esta
palhaçada, escusado será dizer que estou uma pilha de nervos, que só me apetece
despedir ou pedir transferência e que temo pela terça-feira que entrarei
novamente ao trabalho e terei de digerir olhares e bocas, gente a virar-me a
cara e afins. Não é justo que aquele anormal cabrão me tenha destruído o
ambiente de trabalho e causado este circo de má fama.
Sou a pessoa mais low
profile do Mundo e não sei como passar por isto.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Samanta no ginásio
Ela: Ai que horror!!
Estou-me a sentir tão mal… Vocês aqui são todas magras! Mas o que vem gente
desta fazer para aqui? Mandar-me abaixo? Mais valia ter ido para um ginásio
misto, lavava as vistas, galavam-me e sentia-me boa.
Eu: Se somos magras é porque
isto resulta, estas raparigas já cá devem andar há muito. Vá, cala-te e pedala!
Ela: [enquanto andava
para trás na elíptica] Isto é assim? Estou em marcha atrás… ai estou a ficar
com as pernas dormentes! Vou cair de cú!
Eu: Oh dramática, estás
a andar ao contrário. Tens de impulsionar em frente!
Ela: Quanto tempo já
passou?
Eu: 4min.
Ela: O quê?!? Ai não,
não posso, não aguento. Vamos experimentar outra coisa!
Eu: Não, tens de fazer
15min de elíptica. Aguenta.
Ela: Opah assim vou ter
de dizer ao meu xuxu que hoje fica ele por cima porque eu só devo conseguir
abrir as pernas e mexer os olhinhos.
Durante a aula de GAP,
nos primeiros 7min:
Ela: Oh professor, isto
são 30min?? 30min?? Ai não sei se aguento…
Eu: Vá, sê forte, aguenta
a pressão. É o primeiro dia.
Ela: Não estás a
entender, eu estou a morrer, literalmente. Assim não perco peso, perco é saúde,
vida, fôlego e a minha vida sexual. Achas que amanhã consigo caminhar
normalmente ou vai parecer que tive uma sessão extrema de sexo anal?
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