quarta-feira, 24 de julho de 2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Valha-me Santa Pechenica!



Gentxi!!! O meu local de trabalho desabou!
Então não é que além de mim, outra colega mais recatada ganhou ímpeto e confessou que o marido ordinário da nossa colega peixeira também se fez a ela?!? Ah que a peixeira quase morre de vergonha!
E no meio desta novela mexicana, andava eu aflita com o mau ambiente e o temperamento intempestivo das pessoas envolvidas, quando surge uma cena incrível que me rouba o cenário: duas colegas minhas, uma já do quadro e toda mandona, andam a comer o chefe que é casado e tem uma filha com 1 ano. E elas as duas namoram ambas.
E enquanto umas apontam o dedo a outras e surgem as expressões “vaca”, “vadia”, “falsa” e começam a surgir esquemas interessantíssimos, dignos de uma série de sucesso elevado, eis que me surge um convite para sair deste antro e ir uns meses para outra empresa ajudar num projecto da minha área e interesse.
Obviamente, aceitei na hora e ainda consegui levar a minha única colega fixe e amiga.
Dentro de 3 meses regressamos ao local de trabalho actual e calculo que só já encontremos sangue e cabeças decepadas.

Começo hoje no meu novo cargo e estou nervosa. É algo que nunca fiz e terei muito que me esforçar e aprender.

Conversas #30#



Eu: Como está hoje?
Avó: Com muitas dores, a penar muito, filhinha. Mas tu consolas-me. Só tu me consolas.

A minha avó paterna está no hospital com o coração muito fraquinho. Sei bem que, como primeira neta, sempre fui a favorita e ela sempre foi a minha avó preferida. E que ela me diga palavras destas, deixa-me sem reacção.

domingo, 21 de julho de 2013

Por uma sociedade civilizada




O principal motivo de tanto abandono animal, fome nestes pobres seres, atropelamentos, porrada é, sem dúvida, o facto da nossa sociedade facilitar estas atitudes anormais.
A sociedade só se lembra do abandono animal quando chega o verão. E ainda assim o que fazem? Campanhas na tv, imagens do face…
E que tal começarmos todos a consciencializarmo-nos de que o Mundo somos nós, somos todos? Os animais não precisam da nossa pena, precisam de acções, comida e carinho.
Vamos aproveitar que a nossa lei até contempla os direitos destes pequenos fofinhos e fazer algo para os ajudar, ok? Sempre que souberem ou assistirem a algum caso de bestas a tratar mal os nossos peludinhos amorosos, é só ligar á GNR. Pode ser? Mas tem de ser durante todo o ano!
É que esta coisa de vermos o vizinho da frente a prender o cão sem água, ao calor e a bater-lhe com uma corrente e pensar “coitadinho! Que besta, este meu vizinho!” e a seguir entrar em casa e ir comer um hambúrguer, tem de acabar!

Só de pensar que vou 16 dias para fora do país em breve e que vou deixar o meu Eros com a minha mãe, já me dá um nó no estômago e morro de saudades. Como pode haver gente a deixar seres tão especiais à mare do sofrimento?

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Abriu oficialmente a época das bestas




Um amigo meu vive numa quinta composta por vários T0.
Na semana passada, surgiu por lá um cachorro pastor alemão, muito dócil, magrinho, com as costelas a transparecerem e de olhar triste. Escondeu-se por ali, debaixo de um carro e deixou-se ficar. Alguns vizinhos com pena iam-lhe dando água e alguns restos alimentares.
Eu passava horas a brincar com ele, a mima-lo. Mas comecei a notar que o cãozinho fugia em pânico sempre que ouvia a voz do senhorio, dono de toda a quinta. Estranhei mas lá continuei a mima-lo. Até que na segunda-feira o anormal do homem vem até mim e profere a seguinte pérola: “Está proibida de lhe dar comida! Já retirei dali o prato com água. Se quer tanto dar-lhe atenção, ponha-lhe uma corrente ao pescoço e leve-o para sua casa, aqui é que não fica. Ele já está habituado a levar porrada, mas não tenho problemas nenhuns em dar-lhe uma sova a sério, daquelas que farão com ele nunca mais caminhe até aqui”.
Fiquei tão indignada e chocada com as palavras desta besta, que nem dormi nessa noite. Entendi o quão urgente era salvar este pobre cachorro. Corri mundos e fundos, procurei todos os meus contactos. Queria evitar o canil porque, como se sabe, com a actual crise, passado um tempo a maioria dos canis opta por ir abatendo e gerando espaço para mais. Andei, fui, corri, falei com tanta e tanta gente até que… esbarro, por obra do Destino, com um rapaz que queria um pastor alemão especificamente, por ser a sua raça preferida, para ficar de guarda num monte. Combinei com ele uma hora, viu o lindão do pastor, adorou-o e neste momento ele tem nome, comida, amor e muito espaço para correr.
Sinto que fiz a melhor boa acção de toda a minha vida e só tenho pena de não ter um sitio espaçoso para ser eu a ficar com ele. Apeguei-me tanto aquele focinho lindo.

Vou ter saudades tuas mas sei que estás feliz. Boa sorte