segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Nada como começar a semana…






… a cuidar de nós mesmos!
Às 9h massagista. Às 11h limpeza de pele.
Sou grata, muito grata por esta fase, Vida!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Véspera de folgas e eu aqui…

… toda torta! Literalmente torta.
Desconfio que tenho escoliose em estado avançado. É a opinião da massagista também. Já estou a aguardar consulta médica.
Tenho o ombro esquerdo todo levantado, quase na orelha. E o direito esta normal, para baixo. Omoplata? A esquerda está toda metida para dentro, nem se nota que a tenho. Resultado, com  o ombro esquerdo todo para cima, doi-me o pescoço e o braço. A dor percorre-me do cotovelo á nuca. É terrivel! A minha figura é tão ridícula que o meu chefe, que é exigente e nos tem pedido horas extras toda a semana, me mandou embora ao fim de 4h de trabalho com pena.
E nesta cidade, cheia de centros de estética, só consegui vaga na massagista para sábado. Até lá, restam-me folgas dolorosas.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cuidar da minha saúde… check!


Faz hoje exactamente 4 meses que mudei de cidade.
E o que já fui compondo a nível físico e emocional?
Faço meditação 1x por semana.
Faço voluntariado no Canil.
Já tenho uma amiga.
Já fui ao cinema e ao teatro (vida cultural, please!).
Faltava só cuidar do corpinho. Dia 2 vou conhecer a minha nova médica de família,  pedir um check up e hoje inscrevi-me num mega ginásio que abre em janeiro. Vai ter de tudo, máquinas, aulas aos montes, restaurante vegetariano, centro de nutrição e estética.
Portanto será ano novo, estilo de vida novo!

domingo, 16 de novembro de 2014

Há sempre uma porta

Setembro de 2013, Elx

O importante é acreditar, levantar a cabeça e olhar.

Arghhhhhhh!!!


O tipo faz anos, certamente foi para a borga e embebedou-se e eu é que recebo sms’s descabidas?!?
O meu ex que fez ontem 33 anos (33!!) mandou-me uma sms porca. A sério. Porca, badalhoca. A dizer que estava com “vontades”. E depois disto, só me dá para rir e pensar que uma pessoa quando não está bem nem com ela nem com o Mundo se torna em algo pequenino e ridículo.
Oh meu querido, felicidades, parabéns e que te encontres rapidamente. As melhoras. 

sábado, 15 de novembro de 2014

Orgulhem-se aqui da moçoila!


Já sei os preços de todos os ginásios da cidade. E só falta visitar um.
Portanto, está decidido! Até ao fim do ano, regresso ao exercício físico em força!
Aliado à meditação semanal, só pode correr bem.
Temos que nos mimar, trabalhar a cada dia para nos sentirmos mais e melhores, com outro ímpeto, com mais auto-estima. 

Hoje…





… é o teu aniversário.
33 anos. Número místico, esse 33.
Espero que te traga estabilidade e tudo o que desejas, independentemente do que isso possa significar.
E a vida é assim, ambígua. Sempre segue em frente. Hoje estarás naquele sitio que tanto dizes repudiar, junto da tua família que dizes odiar. E eu tive uma noite agradável, jantei com uma amiga, fui ao teatro com ela, bebemos chá e comemos Ferrero Rocher até às tantas. Conversamos e conversamos. Nunca saíste da minha mente. Mas acima de tudo aqui continuo, com estes quilómetros entre nós, tu aí cheio de família doentia e eu aqui, noutra cidade, a começar novas amizades.

Pecados calóricos



quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O Mundo está a mudar


Fui a uma conferencia sobre espiritualidade. Estava reticente. Embora seja um ser muito ligado a essa área, o tema da conferencia era a depressão. Achei que seria aborrecido e pouco me diria. Mas afinal, gostei bastante. Gostei porque o orador falou sobre depressão, tristeza e actos mais drásticos de forma real, sem rodeios. Não apresentou o depressivo como vitima mas sim como causador do seu próprio estado ao cobrar aceitação e compreensão por parte dos outros. Falou de amor próprio. Explicou o que poucos querem ouvir, que não podemos estar tristes e sentir-nos deslocados porque outros não nos entendem. Temos sim que aceitar que somos responsáveis pelas nossas opções e que os outros não têm que nos aceitar nem deixar de aceitar, ninguém tem de carregar a responsabilidade da nossa felicidade às costas.
O mais curioso foi que fomos todas, todas as mulheres da família e a minha mãe, que é quem mais necessita encarar as palavras desta conferencia, foi a única que disse que a dita tinha sido uma seca, que o homem não tinha dito nada de interessante. Para quem não ouviu nada demais, estava com cara de chateada, apanhada em flagrante.
E a sala? Um sala de conferencias de um hotel cheia, a abarrotar. Eramos mais de 100 pessoas. Fiquei surpresa. Cada vez mais as pessoas estão a ouvir o outro lado, a encarar a realidade, a encarar-se, a evoluir.