terça-feira, 30 de junho de 2015
Estou assim:
Não sei o que aconteceu. Juro!
Deitei-me normalmente. A sentir algum frio, confesso. E sei que é estranho vivendo eu no Alentejo com as temperaturas que o Telejornal aponta.
Acordei hoje com imensas dores de garganta, ao longo do dia piorou e já me afecta os ouvidos e, de repente à noite, dói-me o corpo todo.
Vamos lá tomar banho a ferver, medicar-me e tomar um chá.
Cena do mal, pah!
E falamos nós do Estado Árabe...
O espanhol é a minha língua mãe por vários motivos e tenho grandes amigos desta nacionalidade e fiquei chocada ao saber que a partir de amanhã, dia 1, todo e qualquer comentário que seja contra a Coroa Espanhola, uma simples opinião politica que não seja pró-monarquia, será considerado crime de terrorismo com pena de prisão.
Como diz o meu amigo Valenciano, hoje às 00.00h voltaremos a 1954.
Mais informações aqui
Como diz o meu amigo Valenciano, hoje às 00.00h voltaremos a 1954.
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Assustador...
Este artigo da Sábado é bem interessante.
Na minha família tenho exemplos de ambas as realidades. Tenho uma prima de 7 anos que tem tablet e telemovel há imenso tempo. É mal educada, egocentrica, dá ordens aos adultos, detesta ir à escola. Eu bem vou alertando que futuramente teremos ali um problema. Já a minha afilhada e o irmão, que têm pais mais humildes, que trabalham no campo, já têm 10 e 15 anos e nunca tiveram um telemovel nem um tablet. Jogam no computador, o mais velho tem facebook mas têm horas especificas e controladas para aceder à net. E o computador está na cozinha, onde a mãe, dona de casa, passa mais tempo e assim pode estar atenta aos perigos da rede. O pais daquela outra minha prima, a mimada, são formados, um é professor universitário e outra é farmaceutica, portanto colmatam a falta de tempo com presentes caros fazendo da miuda uma menina insuportavel.
A minha afilhada, sem exagero, foi umas 3x na vida ao McDonalds. A minha prima vai todas as semanas.
Não sei o dia de amanhã, mas quero acreditar que se for mãe, nenhum filho meu terá telemovel antes dos 14 ou 15 anos. E muito menos um computador pessoal e sem controlo.
Acho que nas escolas e centros de saúde se deveria apostar mais no acompanhamento psicologico. As crianças são os adultos de amanhã e os de hoje precisam entender que educação e amor não são substituiveis por prendas e coisas perigosas.
Na minha família tenho exemplos de ambas as realidades. Tenho uma prima de 7 anos que tem tablet e telemovel há imenso tempo. É mal educada, egocentrica, dá ordens aos adultos, detesta ir à escola. Eu bem vou alertando que futuramente teremos ali um problema. Já a minha afilhada e o irmão, que têm pais mais humildes, que trabalham no campo, já têm 10 e 15 anos e nunca tiveram um telemovel nem um tablet. Jogam no computador, o mais velho tem facebook mas têm horas especificas e controladas para aceder à net. E o computador está na cozinha, onde a mãe, dona de casa, passa mais tempo e assim pode estar atenta aos perigos da rede. O pais daquela outra minha prima, a mimada, são formados, um é professor universitário e outra é farmaceutica, portanto colmatam a falta de tempo com presentes caros fazendo da miuda uma menina insuportavel.
A minha afilhada, sem exagero, foi umas 3x na vida ao McDonalds. A minha prima vai todas as semanas.
Não sei o dia de amanhã, mas quero acreditar que se for mãe, nenhum filho meu terá telemovel antes dos 14 ou 15 anos. E muito menos um computador pessoal e sem controlo.
Acho que nas escolas e centros de saúde se deveria apostar mais no acompanhamento psicologico. As crianças são os adultos de amanhã e os de hoje precisam entender que educação e amor não são substituiveis por prendas e coisas perigosas.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Racismo Animal
Uma amiga tem 3 gatinhos bebe para adopção. Lindos! E sempre que tenta convencer alguém a ficar com um deles, ouve coisas estapafúrdias! Várias pessoas lhe disseram que se quisessem um gato seria para apedrejar ou apertar o pescoço. Juro que não entendo de onde vêm estas respostas automáticas, cheias de ódio. E numa partilha no Facebook, uma tipa qualquer escreveu "De que raça são? Quero um. Se forem vadios, não!". Vadios? Mas agora um animal é um casaco de vison? Tem de ter uma etiqueta a dizer Prada?
E o mais ridiculo é que no meio de tanta gente que não gosta de gatos, eu recebo constantemente mensagens a oferecerem-me dinheiro pelo Eros ou a pedir para, pelo menos, fazer criação. Isto só porque ele é igualzinho a uma raça de gatos especifica. Gentinha parva.
Amor não tem preço nem estatuto!
E o mais ridiculo é que no meio de tanta gente que não gosta de gatos, eu recebo constantemente mensagens a oferecerem-me dinheiro pelo Eros ou a pedir para, pelo menos, fazer criação. Isto só porque ele é igualzinho a uma raça de gatos especifica. Gentinha parva.
Amor não tem preço nem estatuto!
Acordei na Arábia Saudita?!?
Estão a ver a foto que partilhei convosco no anterior post? Em que estou de pijama e mostro a marca no bikini? Viram algo de mal na mesma? É que partilhei a foto numa rede social e aconteceu algo surreal. Tenho recebidos sms, mensagens via Facebook, eu sei lá, de gajos e gajos, amigos meus, alguns dos quais colegas de escola, de Universidade, que nem vejo há anos, a dizerem-me o quanto estou provocante e a acharem que a dita provocação poderá ser sinal que procura companhia. Tenho lido / ouvido de um tudo. Hoje até um dos meus colegas de trabalho me disse que era uma pena na foto não se verem as partes do corpo que ainda estão brancas. Acham normal? E um tipo, que é comprometido ainda por cima, que conheci num projecto animal o ano passado, mandou-me uma foto dele enrolado numa toalha de banho, onde deixava "sugerir" o Zézinho a desejar-me um bom fim-de-semana.
Mas a foto mostra algo? Tem algo de mal? Senti-me num país árabe, onde basta mostrar os tornozelos que erecções acontecem, credo! E como se não bastasse esta onda de gajos malucos atrás de mim, hoje fui sair à noite com mais duas amigas e um tarado qualquer veio atrás de nós, de pila na mão, a bater uma.
Mas estamos onde?!?
Mas a foto mostra algo? Tem algo de mal? Senti-me num país árabe, onde basta mostrar os tornozelos que erecções acontecem, credo! E como se não bastasse esta onda de gajos malucos atrás de mim, hoje fui sair à noite com mais duas amigas e um tarado qualquer veio atrás de nós, de pila na mão, a bater uma.
Mas estamos onde?!?
sábado, 27 de junho de 2015
Sábado à noite em casa?!?
Sim, meninos. A descansar de um longo dia de praia.
Vou meter umas perninhas de frango no forno com molho de caril e ver a novela que amanhã trabalha-se cedo.
Boas saídas!
Vou meter umas perninhas de frango no forno com molho de caril e ver a novela que amanhã trabalha-se cedo.
Boas saídas!
Apocalipse se aproxima
Entre assaltarem um agente da autoridade e darem-lhe uma sova e esfaquearem-no ao ponto de o meterem nas Urgências, queimarem uma gata viva sendo que a própria dona anda por aí de entrevista em entrevista a dizer que a cedeu de livre vontade, que acha ridicula tanta indignação e que a bichinha está óptima (foi hoje divulgada uma foto do estado da gata e... se alguém achar que aquele lombo sem pelo em carne viva significa "estar óptima" é porque é psicopata ou tem miupia em estado avançado), enterrarem um galo só com a cabecinha de fora e andarem a ver quem, de olhos vendados, lhe acerta com uma marreta até o matarem por esmagamento cranial, só vos digo: quero emigrar para Marte sff!
Dos clientes
Detesto ser empregada de mesa. Nunca escondi, já lá vão quase 4 meses e todos o sabem. Mas os clientes são uns amores, há que admitir.
O Sr. Zé, raro é o dia em que não me deixa um café pago e nunca sai do Café sem se ir despedir de mim, nem que eu esteja no wc.
Há ainda os dois idosos, sempre juntos, uma grande amizade, que só querem ser atendidos por mim e insistem que só posso ter sido contratada pela minha beleza (ah que ego a inchar com estes dois todas as manhãs!).
Há os turistas. Aquelas 6 brasileiras que me puxaram pelo braço para me olhar e dizer "Nossa, como cê é bonita, moça! Tão diferente. É portuguesa?". O americano Scott que queria que eu me despedisse e fosse com ele percorrer Espanha de mota. Aquele casal lisboeta que me deu conselhos sobre a melhor zona para viver, preços e áreas seguras. Aquele médico argentino que me incentivou a sair dali porque se via na minha cara que eu era inteligente e tinha nascido para ser mais e melhor. Aquele casal do Porto que insistiu que um dia eu deveria procurá-los no Norte e fazer deles meus guias.
Adoro os meus clientes!
O Sr. Zé, raro é o dia em que não me deixa um café pago e nunca sai do Café sem se ir despedir de mim, nem que eu esteja no wc.
Há ainda os dois idosos, sempre juntos, uma grande amizade, que só querem ser atendidos por mim e insistem que só posso ter sido contratada pela minha beleza (ah que ego a inchar com estes dois todas as manhãs!).
Há os turistas. Aquelas 6 brasileiras que me puxaram pelo braço para me olhar e dizer "Nossa, como cê é bonita, moça! Tão diferente. É portuguesa?". O americano Scott que queria que eu me despedisse e fosse com ele percorrer Espanha de mota. Aquele casal lisboeta que me deu conselhos sobre a melhor zona para viver, preços e áreas seguras. Aquele médico argentino que me incentivou a sair dali porque se via na minha cara que eu era inteligente e tinha nascido para ser mais e melhor. Aquele casal do Porto que insistiu que um dia eu deveria procurá-los no Norte e fazer deles meus guias.
Adoro os meus clientes!
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Grande boss!
Eu bem digo que isto das relações amorosas é muito complicado. Há que conjugar gostos, feitios, educações, valores... tanta coisa!
Este moço deu uma valente lição à namorada que, até nem fez nada de mal. Simplesmente não gosta de animais e está no seu direito. Eu também não gosto de crianças.
Mas revi-me neste episódio. Lembro-me de uma vez o meu ex pegar o Eros pelo pescoço, atira-lo ao chão e apertar-lhe o focinho. Foi a primeira e última vez que ele tocou no gato. E brigamos como nunca.
Ter um animal é, ou deveria ser, como ser pai / mãe solteiro. Quem vier tem que aceitar o pacote completo. E por isso só me vejo a apaixonar-me novamente por alguém que defenda os animais com a mesma paixão que eu e não se chateie do Eros dormir na cama.
Mais do que um namorado, eu exijo um companheiro.
Este moço deu uma valente lição à namorada que, até nem fez nada de mal. Simplesmente não gosta de animais e está no seu direito. Eu também não gosto de crianças.
Mas revi-me neste episódio. Lembro-me de uma vez o meu ex pegar o Eros pelo pescoço, atira-lo ao chão e apertar-lhe o focinho. Foi a primeira e última vez que ele tocou no gato. E brigamos como nunca.
Ter um animal é, ou deveria ser, como ser pai / mãe solteiro. Quem vier tem que aceitar o pacote completo. E por isso só me vejo a apaixonar-me novamente por alguém que defenda os animais com a mesma paixão que eu e não se chateie do Eros dormir na cama.
Mais do que um namorado, eu exijo um companheiro.
Sobre crueldade sim!
Anda por aí uma blogger que se intitula A GAJA, a dizer que não entende o porquê de tanta revolta pelo Festival Yulin, em que 10 mil cães e gatos foram comidos ontem. Alega que temos de respeitar as diferenças culturais e que este descontentamento sobre o Festival é ridicula. Ela escreveu mesmo, chamou ridiculos a quem lhe tentou fazer ver a realidade.
Portanto, vamos lá a ver se nos entendemos: apesar de eu adorar animais não sou vegetariana. Na Europa come-se carne de vaca, a qual é venerada e intocável na Índia. Os judeus não comem porco e eu como. Portanto, por mais que me faça alguma confusão eles comerem gatos e cães, respeito. A sério que sim. Mas no Yulin, o que acontece vai muito além de um festival gastronomico. Os animais são fritos e pelados vivos. VIVOS! Portanto, Gaja, ainda achas normal? Eu quando vou ao talho não fico à espera que me tragam o porco e o comecem a esfaquear vivo à minha frente enquanto eu acho delicioso aquele sangue todo.
Yulin não se trata de gastronomia diferente e sim de crimes, tortura e violencia!
Vocês não sei, mas eu não tenho sequer coragem de ver os videos que andam por aí a circular dos cães a serem fritos vivos. Não consigo!
Portanto, vamos lá a ver se nos entendemos: apesar de eu adorar animais não sou vegetariana. Na Europa come-se carne de vaca, a qual é venerada e intocável na Índia. Os judeus não comem porco e eu como. Portanto, por mais que me faça alguma confusão eles comerem gatos e cães, respeito. A sério que sim. Mas no Yulin, o que acontece vai muito além de um festival gastronomico. Os animais são fritos e pelados vivos. VIVOS! Portanto, Gaja, ainda achas normal? Eu quando vou ao talho não fico à espera que me tragam o porco e o comecem a esfaquear vivo à minha frente enquanto eu acho delicioso aquele sangue todo.
Yulin não se trata de gastronomia diferente e sim de crimes, tortura e violencia!
Vocês não sei, mas eu não tenho sequer coragem de ver os videos que andam por aí a circular dos cães a serem fritos vivos. Não consigo!
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