terça-feira, 10 de maio de 2011

Conclusões sobre o domingo:

- A família do João é extremamente simpática e divertida
- Fiquei estupefacta e colada ao chão quando a cunhada do João se vira para a filha (a miúda que foi baptizada) e diz, apontando para mim: “Olha a tia, filha! Olha aqui a tia! Diz olá!”
- O pai do João disse-me que gostava muito de mim, que eu era muito bonita e que esperava que eu viesse a ser sua nora, enquanto me fazia festinhas na cara
- O João disse-me que quer levar-me num Cruzeiro

NOTA: que dia confuso…

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Não te parece precipitado, querido?

Hasta el Lunes, chicos!
Vou agora de fim-de-semana para a minha terrinha.
Mas espera-me algo… diferente.
A sobrinha do João vai ser baptizada no domingo. E sabem quem vai ser arrastada para um domingo de festividade cristã e familiar?!?
Sim…. Euzinha!
É de mim ou eu estou quase casada e não sei? É que já no domingo passado arrastou-me para um almoço de família em casa da irmã.
Começo a pensar se será mesmo boa ideia namorar com um trintão…

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Reflexão sobre o anterior post...


Agora, quem tem medo sou eu!
É uma grande, enorme e gigantesca responsabilidade ficar com o teu coração.
Não te apaixonas há 6 anos? Estás a colocar demasiadas expectativas sobre mim? Queres levar-me de viagem à Madeira com os teus pais e irmãos? Tens uma pedra no peito que está a rachar totalmente? Estás a sentir um sentimento demasiado forte por mim?
Tenho medo de te magoar, meu príncipe. Tu não mereces.
Tens sido o namorado mais dedicado do Mundo!
Respeitas-me e fazes tudo para ter um mero sorriso meu.
Aprecias até o simples acto de ouvir a minha voz.
E agora? Que faço eu?
Tenho-te nas palmas das mãos, seguro.
Espero não te deixar cair…

Conversas #3#


(enquanto víamos televisão, assim do nada)

João:
Tenho medo… Muito medo...
Eu: Hum? Medo? Estás a falar do quê?
João: Do que estou a sentir. Há muito tempo mesmo que não tinha este sentimento.
Eu: Mas tu estás a falar de quê, homem?
João: Digamos que já não estou simplesmente a gostar de ti. Estou a passar para outro nível, para outra etapa. Estou a ver a fase seguinte muito próxima.
Eu: Tu estás apaixonado por mim?
João: Ainda não… mas estou a ficar. E isso preocupa-me muito! Sabes há quanto tempo não me apaixono? 6 anos! Depois das relações complicadas que tive em que me entreguei demasiado e fui traído, comecei a odiar as mulheres! Andei numa má fase durante 4 anos em que só queria as mulheres para sexo, nada mais! Cheguei a ter mulheres aos meus pés a chorar, a dizerem-me que me amavam e eu ali, indiferente, a maltrata-las e manda-las embora. Depois parei, ganhei juízo. Percebi que também não podia ser assim eternamente. O ano passado comecei a namorar sério novamente. Durou 9 meses mas também não correu bem. Ela só queria noitadas, bebedeiras e o meu dinheiro. Gostei dela, claro. Mas não me apaixonei.
Eu: Com esse passado amoroso compreendo-te. É normal que duvides, que tenhas um entrave quando se fala em confiar, em entrega e amor. Tens medo que eu também te traia?
João: Até não! Não sei porquê, mas confio em ti. Nunca pensei até confiar tanto numa pessoa! Simplesmente sei que durante estes 6 anos tive uma pedra no coração e ela agora rachou completamente! Tenho medo de me magoar outra vez. Tenho receio que esta relação falhe porque já percebi que estou a colocar inconscientemente demasiadas expectativas sobre ti.
Eu: Não faças isso. Deixa as coisas acontecerem. Não coloques expectativas sobre mim porque eu tenho apenas 22 anos. Sou uma gaiata perto de ti. Tu vais fazer 30 anos! Luta por ti, faz por ti. E não bloqueies o que sentes. Se te apaixonares, isso será óptimo! Ninguém deve ter uma pedra no coração. A vida é para ser sentida e vivida, não arrastada num sem viver. Não me bloqueeis em ti.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Os polícias do Mundo atacam de novo…

Estou descrente nas notícias que andam a ser transmitidas!
Das duas uma: ou o Bin Laden não está coisíssima nenhuma morto ou já morreu há algum tempo e só agora deu jeito informar os comuns mortais de tal acontecimento.
10 anos?!?!? Please… dava para capturarem 30 vezes o Bin Laden!
O Obama não me transmite confiança… tem ar de alguém com um pulso pouco firme que pretende reafirmar o seu poder a todo o custo.
Quando mataram o Saddam Hussein andaram um mês a passar em todos os canais televisivos as horrendas imagens da sua execução. E agora? “Ah não queremos incentivar ao aparecimento de locais de culto… atiramos o corpinho do Bin Laden ao oceano… os peixinhos tratam dele…”.
A política interessa-me! É muito melhor que ir ao circo e menos dispendioso.
A cereja no topo do bolo? Milhares de pessoas ao longo do Mundo a comemorar a morte do “terrorista”. E os americanos? E aquilo que eles fizeram no Iraque? Não foi terrorismo também? Ah não, perdoem-me a idiotice! Aquilo foi salvamento/ajuda/colaboração com outra nação (colaboração à força sem pedido de ajuda mas… é isso!).

Dia da Mamãs!

No domingo foi o dia das Mães.
Antes não ligava a este dia.
Não lhe sabia dar o merecido valor.
Agora que por fatalidades da vida me tornei filha única, acredito que tenho a obrigação de tratar a minha mãe como se fossemos dois, como se eu tivesse herdado a responsabilidade de tratar também da prenda do meu irmão.
Por isso, agora dou-lhe sempre um miminho neste dia especial que deveria preencher o calendário inteiro!
Por isso falo mais com ela, quero que ela sinta que faz parte da minha vida (apesar do meu carácter bruto e independente).

Apesar de não o dizer… GOSTO DE TI, MOMMY!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Conversas #2#

(ao telemóvel)

João: Preciso estar contigo.
Eu: Elah! Precisas?!? Olha que essa palavra já implica uma necessidade muito grande…
João: E podes ter a certeza que sim! Não te sei explicar, mas há pouco, durante a tarde, senti uma saudade diferente, mais forte. Parecia que me estava a faltar tudo, o ar, o chão… Tinha mesmo de te ver!
Eu: E agora? Já passou?
João: Está melhor. Estou a ouvir a tua voz, estou a falar contigo… E também estou mais feliz porque a sexta-feira já está próxima e finalmente vou-te ver. Aliás, prepara-te! Quando te vir tenho uma coisa má para te dar.
Eu: Uma coisa má?!? Um má notícia?!?
João: Não… Simplesmente vou-te dar um abraço tão forte que te vou esmagar! Pode ser?
Eu: Pode, desde que não me partas nenhum osso. É que se vou para o hospital, como castigo proíbo a tua visita. E depois como é? Morres de saudades?
João: Ok, admito! Por acaso estas 3 semanas sem nos vermos tiveram um lado positivo. Deu para reflectir e perceber que gosto mesmo de ti a sério.
Eu: Ãh? Mas ainda não sabias que gostavas de mim?!?
João: Oh, claro que sabia! Mas agora tenho uma enorme certeza. E isso é sempre bom. Agora sei que gosto mesmo de ti, que te quero ao meu lado e que quero que sejas minha.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Saudosismo Português


As duas grandes características do povo lusitano são a tristeza e a saudade.
Dizem que em nenhuma outra parte do mundo se viu povo mais melancólico, sossegado e com tamanha saudade no coração; saudade do passado, da grandeza do seu país, dos seus entes queridos (tenho para mim que este saudosismo é um resquício das aventuras do ultramar). Veja-se que somos até um país com saudades de uma ditadura!
Eu sempre fui uma excepção neste campo. Achava interessante observar todos estes factores mas não os tinha em mim (excepto a tristeza). O saudosismo nunca me fez sentido. Nunca o senti.
Até esta semana.

Esta é a terceira semana que não vejo o João. E se no início me queixava que não sabia que sentimento tinha por ele, agora sei: gosto de verdade!
Ainda não estou completamente apaixonada. Adoraria estar! Quero uma paixão daquelas de cair por terra, de ficar de quatro, de sonhar com a pessoa todas as noites, de a desejar e de a sentir como se fosse uma tatuagem sempre na minha pele. Não quero nada menos do que uma paixão inconveniente e avassaladora.
E a verdade é que esta semana tenho sentido a falta do João. Aliás, na segunda semana sem o ver, senti a falta dele, agora já não; agora sinto SAUDADE. Sim, esse palavrão que sempre ignorei está presente agora.
Esta tarde senti mesmo como se me faltasse algo importante, uma parte de mim. E acreditem que nunca tinha sentido nada semelhante a isto.
Como se não bastasse, até parece o destino, o João telefonou-me ao fim da tarde a dizer que sentia uma enorme necessidade de estar comigo, porque durante a tarde tinha sentido uma saudade mais forte que o normal, em que parecia que lhe estava a faltar tudo, o ar, o chão… tudo!
Gostei de ouvir isto, gostei de ouvir pela forma como o disse. Gostei da coincidência! E, sem dúvida, gosto dele!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Não se comemora o que se tem a mais

O ano passado recordo-me de comemorar o “25 de Abril” numa praça cheia de gente e, apesar da minha juventude, ficar emocionada ao ouvir “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho. Foi algo indescritível. Simplesmente, senti as lágrimas apoderarem-se dos meus olhos e senti uma felicidade incomum.
Este ano foi diferente, já não comemorei. Apercebi-me que não tinha motivos para tal emoção. Olhando em volta cheguei à conclusão de que hoje em dia existe liberdade a mais! E só faz sentido comemorar-se a vitória de algo importante e raro.
O liberalismo (individual, político e económico) está a dar os últimos cartuxos! A globalização contribuiu para tal. Talvez devêssemos voltar a ter fronteiras, políticos com mão de ferro e uma sociedade mais estruturada.
Como diria Churchill: “A democracia é o melhor dos piores modelos de governo”.
E confesso que já fui mais fã dela…