sexta-feira, 17 de outubro de 2014

So beautiful




Vou começar a cobrar bilhetes.
Agora, sempre que saio de casa, tenho os velhotes todos do bairro aqui à janela a gabarem a beleza do meu filhote. E realmente, não é por ser meu mas nunca vi um gato com uma cor tão bonita. E a perinha? Para dar charme!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Prometido é devido








50min de bicicleta e 30min de caminhada.
E já andei a informar-me dos preços do pilates e yoga.
Jantar também saudável: beringelas recheadas de atum e espinafres no forno. 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

E é isto!


Já pensaram a quantidade de dias que apenas existimos? Vivemos automaticamente, sem questionar, sem mais. E o que nos move? O que nos motiva, faz sorrir e apaixona?
Já que só vou ter uma folga de jeito esta semana e depois se seguem 6 dias de trabalho seguidos enfiada na empresa, mal vendo o sol, convém-me aproveitar muito bem amanha. E porque não, além de aproveitar o dia, iniciar algo novo, com garra?
I promisse: amanhã vou acordar cedo, andar de bicicleta (nem que chova) e vou ver preços em ginásios. A vida é mais que trabalho e casa.
Já vos disse que ando a juntar dinheiro para uma viagem em grande no meu aniversário? Ando a pensar ir de mochila para a Turquia. 

Oh organismo dum raio!

Hoje acordei com gastroenterite.
Tive de ligar para o trabalho a avisar que não conseguia ir trabalhar. Como fez o meu chefe? Trocou-me as folgas. Em vez de folgar quinta e sexta-feira como sempre, esta semana fica quarta e quinta. Resultado: agradeço a boa vontade mas é como se só tivesse um dia livre esta semana. Hoje passei o dia de cama, sem fazer nada. Nem o nariz meti na rua. Nem uma aragem me passou perto. Pffff!
E para a próxima semana vou trabalhar 6 dias seguidos até às minhas folgas. Ahhhhh!
Detesto estar doente!
Ao menos aproveitei para meter a cinefilia em dia:

Dá que pensar…

Ah… Jamie Campbell Bower… há algo de magnético neste rapaz, um talento ainda por explorar. Gosto dele! 

Em modo repeat and repeat and repeat


E eu que nem sou destes géneros.
Adoro! É começar a tocar e vem logo a boa disposição e a anca a abanar. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

1… 2… 3… respira…

Cai a chuva lá fora.
São 1.04h.
Amanhã devo acordar cedo e ir para a terceira dose de massagem para domar as malditas contracturas.
No entanto, não consigo dormir. Sei que viver neste maldito país é viver sem ilusões, sem sonhos. É saber que ninguém está seguro, não teremos reforma e o futuro será com fome. Mas mesmo assim, não contava ouvir falar em despedimento colectivo apenas 3 meses após a minha integração nesta equipa.
Tento manter-me calma e racional. Sei que sou muito impulsiva e sinto demais as coisas. Qualquer novidade me abala até fisicamente. Os despedimentos não serão amanhã. A empresa tem vários pontos de acção no país. O que irá fazer? Fechar todos e concentrar-se na Capital? Ou obrigar os antigos funcionários à famosa política de mobilidade e fazê-los vir, de malas e filhos, para o Alentejo, do nada?
Calma, Raven. Mantém-te atenta aos jornais, respira e confia. Aceitar, perdoar, entregar. A tríade máxima da espiritualidade. Já fiz tanto, já vivi muito para uns meros 25 anos. Se o meu destino for mais uma vez ir de malas e gato para algum outro sitio, tudo bem. Aceito. Só me vai doer muito aceitar se tiver de regressar a Casa. Esse sim é o medo que não me deixa dormir. Não tenho medo do desemprego nem de recomeçar. Só me apavora se o recomeçar for em Casa. Vida, não me faças isso, POR FAVOR.

E a isto chama-se perseguição

A 4 dias de fazer 3 meses como empregada nesta empresa soube hoje por um jornal que a mesma pode vir a fazer um despedimento colectivo em breve.
É pedir muito respirar sossegada e calmamente, sem sobressaltos no coração?
Larguei tudo, vim para esta cidade do nada, sem nada, recomeçar literalmente do zero e agora surge uma noticia destas? 

sábado, 11 de outubro de 2014

Do dia de hoje

Cogumelos recheados com espinafres, cubos de fiambre e queijo

Mousse de Lima

Miminho para o Príncipe que está novamente doente, mais um novo sintoma nesta maldita doença

Fui fazer uma massagem e descobri que tenho 4 contraturas. Bem que me doía ao virar o pescoço! Amanhã vou fazer outra para resolver a situação de vez.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Digam-me que sou adoptada!

Vá lá, digam. Contem-me a verdade. Fui encontrada num caixote do lixo, não fui? Só pode! Eu não tenho nada a ver com esta gente! O meu pai é o que é, mau, venenoso, movido a dinheiro. O seu lema: ou tens dinheiro ou és um merdas. Vai acabar sozinho, certamente. E a minha mãe? Eh coisa mesquinha! Hoje fiz-lhe um ultimato! Mais ou menos assim:


O meu fogão estragou-se. A senhoria lá ligou ao técnico que o veio buscar e levou para a fábrica. Ficarei uns dias sem ele. Liguei à minha mãe e contei-lhe o sucedido. Resposta típica dela: “E a senhoria não te comprou outro? Era obrigação dela!”. Respondo eu, já nada chocada com estas merdas, “Oh mãe, a senhora não vai comprar um fogão novo só por 2 ou 3 dias. Não vai ter essa despesa! E depois onde o mete?”. E ela insistia, batia no ceguinho, “É obrigação dela! Nem que fosse por um dia, comprava!”. Ok…
Há uns meses, por motivos pessoais, contei com a ajuda de perfeitos desconhecidos para resolver um problema na minha vida. Gente incrível que me estendeu a mão sem pedir nada em troca e ainda me deram casa, comida e banho quente por uma semana. No último dia, fui comprar um frango assado para todos e liga-me a Mammy. Disse-lhe onde estava e a fazer o quê. Resposta da bichinha do mal, “Com que então iam-te ajudar sem pedir nada em troca! Já estás a comprar-lhes comida e a gastar o teu dinheiro”. FODASSE! Deram-me tudo durante 8 dias e a minha mãe acha uma ofensa não me darem mais?!?
Já há 2 semanas fui visita-la e queríamos ir beber café a um sitio mais longe. Sugeri que fossemos a pé mas ela não quis. Ligou à irmã a pedir boleia. A minha tia disse que sim mas depois, em cima da hora, ligou a dizer que o chefe a tinha convocado mais cedo para o trabalho e que já não podia ir buscar-nos. Coisas normais na vida de quem tem responsabilidades. Mas não, a minha mãe entende lá agora isso! Passou o resto da tarde a falar mal da irmã. E ainda foi de propósito bater à porta de uma vizinha para lhe pedir boleia. A senhora nem ia sair de casa! Morri de vergonha.
Eu e as minhas tias já nos sentamos, calmamente, falamos com ela, explicamos que ela age como se todos tivessem obrigações para com ela, que não pode ser assim. Explicamos-lhe o quanto é amarga, o quanto afasta toda a gente. A minha mãe, resumindo, é daquelas pessoas a quem vocês contam algo de bom e ela arranja logo 4 problemas para uma solução. Qualquer um deixa de ter vontade e animo perto dela. Ela suga a energia de toda a gente até que ninguém esta bem e feliz perto dela. É esgotante! E detalhe: acha que está bem, é apenas mal compreendida e nós é que somos uns chatos, abutres, que a perseguimos e fazemos dela uma mártir.
A sério que cada vez vou tendo menos paciencia para ela. Já cheguei ao ponto de, quando estou feliz, evitar cruzar-me com ela. E as irmãs já fazem o mesmo, nem vão atendendo o telemóvel porque já se sabe: se a minha mãe liga é para envenenar o dia.
Tenho muita pena de gentinha pequena, pobre de espirito, que precisa deitar os outros abaixo para sentir algo. E gente dessa “tou fora”! Com ou sem o meu sangue.

A entreter-me…