sábado, 27 de julho de 2013
Sacrifícios
Adoro sapatos de salto
alto. Fazem-nos mais altas, elegantes, giras e boas. E costumam ser tão lindos.
E, sorte das sortes, tenho um talento inato para caminhar nestas belezas. Eu
salto, eu corro. Nunca torço os pés, não parto tacões, não tropeço.
Mas sejamos sinceras:
acima de tudo, creio que não haverá nenhuma mulher que não tenha dores nas
plantas dos pés, ali naqueles ossinhos dos dedos. E só por isso, sendo eu uma fêmea
prática, evito saltos. Uso-os raramente.
Sou uma mulher simples,
de conforto. Não troco horas de dança e passeio com os amigos por horas de má
cara, dores, parecendo caminhar em cima de ovos.
Não faço sacrifícios pela
beleza. Prefiro as solas planas da vida.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Valha-me Santa Pechenica!
Gentxi!!! O meu local
de trabalho desabou!
Então não é que além de
mim, outra colega mais recatada ganhou ímpeto e confessou que o marido ordinário
da nossa colega peixeira também se fez a ela?!? Ah que a peixeira quase morre
de vergonha!
E no meio desta novela
mexicana, andava eu aflita com o mau ambiente e o temperamento intempestivo das
pessoas envolvidas, quando surge uma cena incrível que me rouba o cenário: duas
colegas minhas, uma já do quadro e toda mandona, andam a comer o chefe que é
casado e tem uma filha com 1 ano. E elas as duas namoram ambas.
E enquanto umas apontam
o dedo a outras e surgem as expressões “vaca”, “vadia”, “falsa” e começam a
surgir esquemas interessantíssimos, dignos de uma série de sucesso elevado, eis
que me surge um convite para sair deste antro e ir uns meses para outra empresa
ajudar num projecto da minha área e interesse.
Obviamente, aceitei na
hora e ainda consegui levar a minha única colega fixe e amiga.
Dentro de 3 meses
regressamos ao local de trabalho actual e calculo que só já encontremos sangue
e cabeças decepadas.
Começo hoje no meu novo
cargo e estou nervosa. É algo que nunca fiz e terei muito que me esforçar e
aprender.
Conversas #30#
Eu: Como está hoje?
Avó: Com muitas dores,
a penar muito, filhinha. Mas tu consolas-me. Só tu me consolas.
A minha avó paterna
está no hospital com o coração muito fraquinho. Sei bem que, como primeira
neta, sempre fui a favorita e ela sempre foi a minha avó preferida. E que ela
me diga palavras destas, deixa-me sem reacção.
domingo, 21 de julho de 2013
Por uma sociedade civilizada
O principal motivo de
tanto abandono animal, fome nestes pobres seres, atropelamentos, porrada é, sem
dúvida, o facto da nossa sociedade facilitar estas atitudes anormais.
A sociedade só se
lembra do abandono animal quando chega o verão. E ainda assim o que fazem?
Campanhas na tv, imagens do face…
E que tal começarmos
todos a consciencializarmo-nos de que o Mundo somos nós, somos todos? Os
animais não precisam da nossa pena, precisam de acções, comida e carinho.
Vamos aproveitar que a
nossa lei até contempla os direitos destes pequenos fofinhos e fazer algo para
os ajudar, ok? Sempre que souberem ou assistirem a algum caso de bestas a
tratar mal os nossos peludinhos amorosos, é só ligar á GNR. Pode ser? Mas tem
de ser durante todo o ano!
É que esta coisa de vermos
o vizinho da frente a prender o cão sem água, ao calor e a bater-lhe com uma
corrente e pensar “coitadinho! Que besta, este meu vizinho!” e a seguir entrar
em casa e ir comer um hambúrguer, tem de acabar!
Só de pensar que vou 16
dias para fora do país em breve e que vou deixar o meu Eros com a minha mãe, já
me dá um nó no estômago e morro de saudades. Como pode haver gente a deixar
seres tão especiais à mare do sofrimento?
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