sábado, 29 de março de 2014

Sábado à noite


Lasanha para jantar



Bebida saudável que eu adoro


Ao serão, toca a cozinhar um miminho: pudim de morango
 
E como nunca dá nada de jeito na TV nos sábados à noite, toca a ver o novo vício: The Following, uma série inteligente, com muito suspense, crimes e sangue

quinta-feira, 27 de março de 2014

Começo a achar que preciso dum psicólogo



Acordei cheia de dores no corpo devido ao dia de ginásio ontem. Abusei. Para primeiro dia, fiz todas as máquinas durante 2.30h. As minhas pernas estão super tensas.
E como o psicológico é algo poderoso e intenso, após encontrar a tal rapariga eterna apaixonada pelo João, passei toda a noite a sonhar, sonhar, alguns pesadelos, mais sonhos e sonhos. Acordei exausta, com um peso na cabeça, o estômago às voltas, tonturas e muita ansiedade. Nem fui trabalhar. Fiquei na cama a consumir-me por ataques de pânico e ansiedade até às 16h e apenas me levantei para tomar banho e comer.
Não aguento mais estar assim. Não sou de meios termos, sou de extremos. Ou estou bem ou estou mal. No ano passado, ao sofrer o meu primeiro desgosto de amor, fiquei 3 meses numa cama a chorar, sem comer, sem tomar banho, conheci bem o termo depressão. Mas agora é diferente, estou a seguir em frente, trabalho, fui para o ginásio, vou beber café, fazer caminhadas com uma antiga vizinha, não choro nem tenho vontade disso, como bastante bem. Mas sinto-me vazia. Nada tem sabor nem cor, o peso no meu peito é esmagador, tudo me afecta e deixa ansiosa, tudo me enerva e perturba. Estou a seguir, estou num rumo mas que é um falso rumo. Nada me anima, as pequenas alegrias são momentâneas e a ansiedade é a minha fiel companheira diária.
Caminho pela rua com receio do que posso encontrar, até porque o João, a sua família e as coisas e pessoas relacionadas com ele parecem brotar do chão. A irmã dele foi trabalhar para perto de mim, mudamo-nos para a mesma esteticista, a tal rapariga está lá no ginásio, vejo o irmão e o cunhado dele só porque sim quase todos os dias em cafés, na rua, no supermercado, os primos que também me lixaram mudaram-se para a minha rua… AAHHHHHHHHHH!!
Estou cansada de me sentir assim! Quando irá desaparecer todo este peso? Começo a ficar soterrada sem oxigénio.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Problemas técnicos



Peço imensa desculpa às pessoas que me mandaram mail nas últimas 2 semanas mas não vos consigo responder. Não sei que se passa com o sapo mail mas não me deixa responder nem escrever qualquer tipo de email. Só ler. Não dá para carregar na opção “responder” nem “escrever nova mensagem”. Alguém sabe o que se poderá estar a passar?
Tentarei resolver o problema nos próximos dias. Na pior eventualidade, farei um mail novo e pedirei que me reenviem o último.

Vocês mandaram-me ir distrair e…



… enfiei-me hoje, toda a tarde, num ginásio!
E já desde sexta-feira que vou correr 2h por aí, sozinha.
Pretendo ir todas as tardes para o gym, abstrair-me, cuidar de mim. E nos fins-de-semana vou tentar ir correr sozinha, só com o meu mp4, o horizonte e a mente em branco.
O mau do gym? Fui para o mais barato, claro. E quem encontro lá? A C., uma rapariga que parece ser boa moça, com uma história de vida sofrida, um historial de vitima de violência doméstica, 34 anos, solteira, vive com a mãe e que tem uma paixão de há anos pelo João. Sempre que ele termina uma relação ela tenta aproximar-se dele. Sei que o ano passado quando interrompemos a nossa relação 5 meses, ela se aproximou logo. Ele contou-me tudo quando reatamos e eu vi as mensagens. Nada de mais, apenas interesse e vontade de ter alguém, pobre moça. Está como eu estou agora. Gosto dela, apesar de mal nos conhecermos temos amigos em comum e parece-me realmente um espírito atormentado e nobre mas vê-la ali, no mesmo ginásio que eu, a partilhar aulas, conversas, fez-me pensar se não terá já ido a casa do João, se não terão saído, tomado um café, algo mais… Porque ele próprio teve sentimentos por ela na juventude e quando solteiro, respondeu aos seus avanços com interesse.
Por algum motivo, seja porque anda a rondá-lo ou pelo que aconteceu o ano passado, noto que a rapariga ficou tão desconfortável quanto eu. Corou quando me viu, encolheu-se, afastou-se, evitou-me. Quando lhe dirigi um “olá”, quase se afundou no sofá. E não tendo nada a ver com a vida do João, isto atingiu-me e deixou-me em baixo. Mal consegui jantar. E começo a ficar impaciente comigo mesma. Amando-o, não tenho dúvidas de que o fim foi inevitável e o melhor. Mas mesmo assim, sabendo que o meu futuro é outro, que mereço outra coisa, não consigo parar de pensar no passado e sentir-me mal à mínima coisa, lembrança, ideia que surja.
Bastou ver aquela moça e fiquei enjoada, fraca e com vontade de sair do ginásio.
Quando é que isto me passa?!?