segunda-feira, 21 de maio de 2018

De Barcelona

Eu não gosto de Barcelona.
Nunca gostei.
Fui algumas vezes a trabalho, coisas pontuais. Nunca tive tempo para ver as obras do tão afamado Gaudí e lá fomos, três amigos, conhecer aquilo a sério.
Pois... eu tinha razão. Sempre tive.
Chegamos perto da 1h da manhã ao hotel, uma herdade enorme, com um caminho consideravel até à porta principal. E estava às escuras. Até o taxista teve receio de nos deixar lá. Sem luz, só com as lanternas dos telemoveis, eu não vi uma rampa de acesso e estalei-me. Voou o telemovel para um lado, a mala para outro e eu fiquei com dores horriveis num joelho. Perante o meu ar furioso perguntando ao funcionário se estavam com alguma avaria, foi-me dito apenas que às 23h desligavam a corrente do hotel para poupar. Pedi logo o livro de reclamações!
Tive de deixar o cartao de multibanco como garantia, para que no dia seguinte fosse efectuado o pagamento e todo o processo ficasse finalizado. Qual quê! Dia seguinte, recepção vazia. Uma espera de 15min até que decidi sair. Enquanto me encaminhava para o Parque Guell, fui telefonando várias vezes para o hotel. Atenderam-me passado mais uns 30min, dizendo-me que era mentira uma ausencia tão grande, que a recepção tinha funcionário e foi só 2min ao wc. Nem vos digo como fiquei de me chamarem mentirosa, além de me terem deixado sem cartão multibanco em Barcelona.
Houve ainda um dia que um taxista me expulsou do taxi após discutirmos. E perdi um objecto muito querido que conservava à 2 anos comigo. Enfim...
Para cúmulo, Barcelona é só a cidade mais cara que alguma vez vi! Cada museu, cada casa diferente, minimo 24€... Paguei 28€ para ver a Casa Batló... um abuso!
Valeu-me descobrir a existencia de Montserrat, um conforto no meio deste caos e um sitio incrivel.
Resumindo: adoro o Gaudí mas Barcelona nunca mais!

sábado, 19 de maio de 2018

Diz que tenho um esgotamento!

Tenho tido enxaquecas, tonturas, sono e cansaço extremos.
O mexicano fofinho lá me exigiu que fosse ao médico e já tenho uma série de exames para fazer. A ver vamos...
A verdade é que durmo umas 4h por noite... não tenho folgas, porque quando as tenho no trabalho, uso-as para ir presencialmente ao local de estágio fazer atendimentos ou outros cursos que tais para melhorar o curriculo. Mas a verdade acima de tudo é que não posso descansar nem dormir até dia 24 de junho.
Sou finalista (a nível de cadeiras porque terei de ficar um semestre extra a fazer o período de estágio que me falta) e isso implica muita pressão, trabalho, exames e ensaios. Tenho ainda o estágio que culminará com a organização de um evento super extremo, enorme, esmagador, muito conhecido na cidade de Lisboa. E meti-me num projecto da União Europeia (espero que dê frutos), que também me ocupa os sábados todos. A somar, claro... o meu emprego fofinho que me faz acordar as 6.20h todos os dias.
Acabei de ver que tenho média de 14.3 no curso... hum... vou ver se a subo para 15 mas... damn! A fazer tudo o que faço, chamem-me arrogante, mas estou muito satisfeita comigo!
Agora só falta focar no relatório de estágio, cheio de mariquices, com uma professora que passa a vida a dizer coisas como "Ah pois... a Raven o ano passado desistiu do estagio e teve problemas com a instituição, não foi?", ou "Pois... você é aquela aluna que discutiu com a directora de curso, certo...". Bolas! Espero que isto não signifique que me vão lixar!

sábado, 5 de maio de 2018

Do casório, por certo!

Sobre ESTE post, digo-vos que encontrei o vestido perfeito; não emagreci como queria; encontrei a maquilhadora de sonho; consegui um penteado giro; e os noivos demonstraram ainda mais amor do que já é habitual e eu julgava impossivel.


Só digo: não aceito um Homem que não seja um terço daquilo que é o meu amigo noivo e menos aceito uma relação que não tenha nem metade daquele amor e respeito que se vê entre aquele casal de sonho. Tudo é mágico... a forma como se olham, como ele a acaricia quando a beija... o casamento foi pautado por detalhes. Nada lhes escapou. Nem a dança de abertura, onde a tradicional valsa foi substituida pela "Perfect" de Ed Sheeran com direito a coreografia cuidadosamente preparada.
Para mim, que até nem sou fã de casórios, foi uma honra, uma emoção à flor da pele, poder assistir a uma verdadeira prova de que o amor existe sim e pode ser saudável, sem questões tóxicas, onde um potencia o outro no seu melhor.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Yoga e frangos

Em 2014 fiz o meu primeiro retiro espiritual nas Caldas da Rainha e foi interessante. Aquém das expectativas mas pronto... foi o primeiro. Agora decidi fazer o segundo com um grupo no qual ando a aprender yoga desde setembro.
Resumindo: NUNCA MAIS!
Uma pessoa chega a Espinho às 21h cheia de fome, depois de um dia de trabalho que para mim começa às 5.20h da matina e o jantar é: bolachas de arroz com paté de beterraba. Desculpem?!? Eu ainda pensei que aquilo seria a entrada e recusei. Mantive-me à espera do jantar. Até que decidi perguntar se demoravam muito a servir... E aí veio o choque: "este é o jantar!". Respirei fundo várias vezes, perguntei outras tantas se estavam a brincar comigo. Lá decidi provar o "jantar" para enganar o estomago mas... não! Paté de beterraba?!? Bleergh
Fui dormir às 23h com o estomago aos gritos. Lá me deitei no chão, num saco cama.
Eis que as 5h acordo com um tipo a tocar guitarra dentro do "quarto". A tocar aquele mantar especifico deste grupo, uma e outra vez, mantra esse que tinhamos de entoar, dançar, gritar, mentalizar umas 40x diárias.
Lá me levantei e para minha surpresa a actividade do dia começava com 3h de yoga em jejum. Aqui já nem perguntei se estavam a gozar, depois da experiencia da noite anterior. Lá me dediquei ao suplicio de fazer yoga com frio, fome, sono. Finalmente, chegam as 9h e era hora do pequeno-almoço. Corro, passo à frente de todos e...

........ papas de aveia....

Eu detesto papas de aveia. Com banana. A única fruta que não como.
Respirei fundo. Muuuuuuuuito fundo.
Começa a enxaqueca devido à fome e à fraqueza. Toca de tomar um bruffen. Nada. Dois. Nada.
Diz o guru la da cena "Pára de te medicar! A fome é psicologica1Se não pensares nela, não a sentes". Subi a sobrancelha até ao coro cabeludo e acho que ele entendeu o meu "vai levar no cu" mental.
Almoço. Período no qual já me arrastava... sopa! Ok, wu gosto de sopa mas... só sopa? Comi duas e não chegou. Estava a morrer de fome. E ao explicar ao cozinheiro do retiro que estava a passar fome, a resposta foi "queres uma bolachinha de arroz?". Pó car***** !! Depois deram-me uma salada estranha, cujo nome era "Salada de folhas espontaneas". Lá espontaneas eram, cresciam em qualquer lado com certeza. Meti aquilo há boca e pareciam urtigas!
Até que um senhor diz, "Eu vi uma urbanização a uma meia hora daqui quando chegamos... às tantas tem um cafezinho": O quê?!? Repita la faxabori? É que nem pensei mais nisso! Fugi a meio de uma meditação, fiz-me à estrada e não só consegui café como uma churrasqueira. Agora atentem no cenário: eu, sem maquilhagem, borbulhas na cara do stress e de me coçar, roupa foleira e velha de andar por casa tipo pijama, com umas galochas, as meias por cima das calças, olheiras, o cabelo num carrapito estranho, a entrar restaurante adentro e dizer com ar de pedinte "um frango por favor! Um frangoo!!".
Posso adiantar-vos que o ambiente entre mim e o guru não ficou nada porreiro quando regressei, ele me perguntou onde me tinha metido e lhe disse a verdade. No dia seguinte fugi de novo e levei 5 pessoas comigo, numa espécie de motim.
A esta peripécia junta-se o facto de uma louca ter caído de amores por mim e partilhar todas as fantasias sexuais que sente pelo seu psicoterapeuta, o facto da pila do namorado ser pequena e não a satisfazer, quantas vezes fazia o numero 2 e a comida lhe caia mal... enfim! Uma semana depois fez-me ir ao seu aniversario, relembrando varias vezes que sou uma "ganda maluca!" que sobreviveu ao retiro com ela.
Para finalizar, isto foi em fevereiro e só ontem voltei às aulas de yoga. No entanto percebi que nem 3 meses de ausencia me fizeram esquecer o nojo que apanhei a estes gajos e ao maldito mantra. Bye curso de yoga!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Presos no Estrangeiro (produção Tuga)

Já não posso ouvir aqueles que dizem "Tu vê lá que ele é mexicano e essa gente é toda narcotraficante" ou "Mas tantas flores que ele te manda para Portugal? Mau... alguma coisa má quer!" ou "Outra vez prendas? Hum.... já tou a ver, é obcessivo! Os latinos são todos assim, depois espancam as mulheres!".
É que pré-conceitos e preconceitos todos temos, até eu! E eu que me considero racional, já estou suficientemente estressada por estar a viver uma história tudo menos racional. Agora com tanta gente a dizer-me que o rapaz é eventualmente um psicopata que me quer traficar, não ajuda!
O mexicano que conheci na Turquia continua a ligar-me todos os dias. As coisas estão super bem. Já passou bastante tempo e nada mudou ou esmoreceu. Mandou-me um lenço Salvatore Ferragamo de prenda de anos (que pesquisei no site que custa 300€), mandou-me souvenirs de toda a sua viagem a partir do momento que me conheceu, continua a mandar flores e hoje mandou-me uma caixa da Nestle para pequeno-almoço com bolos, bolachas, frutos secos, sumos e leite, café e chás, um peluche e uma rosa. Eu encaro tudo isto como a forma que alguém que está do outro lado do oceano tem de se fazer presente: com coisas materiais. E tambem porque putas e rins existem mais perto e mais barato, digo eu! Para mula de droga, sair-lhe-ia cara! Além disso, na Turquia fui eu que meti conversa com ele e o convidei a sair ao ouvi-lo falar de política e a ler Aristóteles. Impressionou-me. Porque ele nem tinha olhado para mim.
E tem-se mostrado um amigo incrivel, altruista, que até pesquisa campanhas de violencia de género e no namoro para me mostrar, para que me possam servir no estágio, reconhecendo justamente que no país dele o machismo é uma praga.
Mas já tenho a cabeça cheia e fazem-me duvidar e ficar paranoica!

Este fim-de-semana...


E acabaram-se as viagens!
Que já tou cheia de trabalho acumulado e muito peso na consciencia.

domingo, 25 de março de 2018

Do estágio

Quando escolhi o meu actual estágio, confesso que o fiz por uma questão de proximidade geográfica e por achar que seria mais fácil. Depois até me culpei por estar a escolher uma área onde talvez não aprendesse muito ou não fizesse tanta diferença social. Mas agora...
Conheci a A., que nasceu rapaz num país de leste, numa zona rural; foi abusado toda a infancia pelo pai, até que conseguiu fugir para a cidade grande onde todas as pessoas que lhe ofereceram ajuda foram abusando dele de diversas formas até o meterem numa rede de trafico humano e prostituição. Lá conheceu um cliente que lhe pagou uma mudança de sexo sem condições nenhumas na Tailandia (ainda nem conseguimos perceber se de facto desejou esta mudança) e foi toda uma panóplia de abusos e agressões e crimes até chegar a nós.
Já li sobre coisas muito piores em países árabes! Mas ter a pessoa ali, à nossa frente, destruida, a contar-nos tudo... é devastador! Mantive-me profissional, segurando diversas vezes a emoção. E é incrivel e esmagador perceber a falta de respostas para ajudar um ser humano, maioritariamente por questões burocraticas. Não se entende!
Nunca tinha visto uma pessoa com a identidade completamente destruida; só diz que gostaria de ser uma planta, que é um mamifero, que não é gente, que não tem nem pode ter sentimentos. Que rumo levará um ser humano a não se ver como tal?
Estou completamente chocada mas com a certeza absoluta que afinal escolhi o local de estágio certo.

sábado, 17 de março de 2018

Da Turquia

Allo, gente bonita! Regressei finalmente no dia 19, com mais umas aventuras depois pelo caminho mas... já estou há quase 1 mes de volta ao trabalho.
Posso-vos dizer que a minha viagem à Turquia foi "só" a melhor viagem da minha vida!
Fui com uma amiga (e só Deus sabe que eu nunca viajo acompanhada e detesto) e com um guia para ambas. Estava muito reticente mas a verdade é que, só, não teria feito tantos quilometros. Percorri e conheci 30% por território turco, um país cuja área é o dobro da Alemanha.
O nosso guia era bastante porreiro, respondeu pacientemente a todas as minhas questões extra sobre emprego, religião, machismo, saídas a noite, migração, curdos e política.
Viajar acompanhada foi... esperava pior! Tivemos momentos de tensão mas soubemos resolve-los. Também eu comprei um tour... portanto, com ou sem a minha amiga, estar sozinha nunca seria opção; eramos as únicas portuguesas e tinhamos um guia só para nós; os restantes eram espanhois, mexicanos, argentinos, colombianos, etc, que dividiam um guia entre todos (eram uns 23, se não me engano). Eu que ia de férias para "desconectar" acabei a falar espanhol como sempre!
Ora bem, pareceres:
- a diferença da moeda é muito grande! A Turquia é um país super barato e dá para fazer uma "grande vida" lá com poucos euros.
- eu tinha o preconceito da religião e do machismo, que não se verificou de todo! Supostamente, o Estado é laico, ainda que o actual presidente deixe claro que não é bem assim... há tantas mulheres de véu na rua como sem. Não vi nenhuma falta de respeito para com as mulheres e notei até grande preocupação com colocar diversa informação em diferentes locais, esclarecendo que a mulher é igual ao homem e portanto só deverá usar véu se lhe parecer e nunca obrigada ou pressionada por outros. Os casais tinham demonstações de carinho normais, as crianças são profundamente educadas, ninguém grita ou cospe no chão. Saí à noite e vi turcas vestidas como as europeias, com tops, saias, tatuagens.
- Nunca vi homens mais cavalheiros! Não passam à frente de uma mulher para nada, seguram a porta, pagam a conta. Quero um turco para chamar de meu!
- Logo na primeira noite, pedimos para assistir a uma oração e aí sim, foi-nos pedido que escondessemos o cabelo mas, claro, convidaram-nos a entrar. E foi uma experiencia única! Muito bonita.
- O amor aos animais... eles são o futuro a seguir! Ao que parece no Corão há uma passagem que menciona os animais como servos de Deus, mas sem voz; aqui na Terra. Essa mesma passagem alerta que no dia do juizo final os animais falarão. E sabe-se que eles são puros e não mentem. Logo, se um animal acusar uma pessoa de maus tratos, essa pessoa perderá o acesso à vida eterna. Há então um grande respeito e cuidado. Há animais em todos os lados, sobretudo gatos, amados, cuidados e respeitados. Até nos edificios há casinhas em madeira para os passaros.
- Andar de balão quente... nunca mais! Que seca!
- Fui pedida em casamento por um comerciante do Grande Bazar... e o pior é que foi a sério. Para eles é normal "bater o olho" na moça e querê-la. Amor? Constroi-se! Educado como todos, mimoso e adorável, com 22 aninhos. E dizia-lhe eu, "Mas eu tenho 28 anos!". E replicava ele "Mas parece que tens 24!". Oh Deus...! E acabou por oferecer umas quantas coisas à minha amiga em troca do meu facebook. E lá me vai escrevendo de vez em quando.
- Ficamos presas no lado oriental de Istambul. Fomos andar de ferry e anoiteceu e não vimos os horários. Fomos ajudadas por 2 trabalhadores das docas que nos ofereceram entrar no seu gabinete, nos deram yogurte turco, segundo eles o melhor do mundo e nos colocaram à frente de um aquecedor, enchendo-nos de perguntas sobre a europa e o nosso estado civil
- Da Capadócia trouxe uma das memórias mais incriveis que terei até ao fim dos meus dias... um pretendente! Estava eu na sauna do hotel já a dormitar, quando entraram dois rapazes a falar num inconfundivel tom e vocabulario mexicanos. Falaram, falaram, um deles até sobre andar com várias mulheres... até que entrou na sauna uma senhora argentina de 60 anos, adoravel, com a qual tinha feito amizade e me fala em espanhol e eu respondo igualmente em espanhol. O que tinha estado a gabar-se de comer muitas gajas saiu disparado de vergonha. Ficou o outro, estupefacto, a olhar-me, "Então tu és espanhola, estavas a ouvir a nossa conversa e não dizias nada?". E eu "Não tenho nada que me meter! E sou portuguesa!". A partir daí desenrolou-se uma longa conversa, pois  este rapaz tinha estado em Portugal há 3 anos e é um apaixonado de Lisboa. Mais tarde, encontrei-os a jantar no hotel e convidei-os para ir até um bar na cidade, com musica ao vivo. O que tinha ficado a falar comigo pediu-me o numero, caso decidissem juntar-se a mim após o jantar. E assim foi... fui sair com a senhora argentina e com outra rapariga que tinha conhecido, colombiana e lá me ligou o mexicano a perguntar onde andavamos. Sentou-se à minha frente, falamos toooooda a noite, de literatura, de politica, de viagens. Depressa vi que era um homem muito culto. No dia seguinte separamo-nos. Eu continuei na Turquia, ele foi para o Egipto. A partir daí falamos dias inteiros, eu partilhei o que visitava com ele e vice-versa. Cheguei a tomar um café em Bergamo com vista para o Partenon, Grécia, graças à video chamada. É como se o conhecesse desde sempre! E... aquela noite foi a 31 de janeiro... e tanto tempo depois continuamos a falar todos os dias e a descobrir algo incrivel. Só ao meu emprego já chegaram 3 ramos de flores e um lenço Salvatore Ferragamo que, pesquisando, vi que custou 300€ (sim... ele vive bastante bem). Um dia de cada vez e vamos ver o que sai daqui. Mais que não seja uma memória incrivel do mexicano que se apaixonou numa sauna da Turquia! Agora falta decidir a data para ele vir cá e vermos o que sentimos ou não pessoalmente.

Mesquita Azul, Istambul

Palácio Topkapi, Istambul


Chá na Ponte Galata

Cruzeiro no Bósforo

Aquele momento em que chamaram uma voluntaria para fazer ceramica de formato suspeito e... calhou-me a mim! Uns dias depois num desfile de uma empresa de casacos de couro, quem acham que chamaram para desfilar? Pois...

O meu presente por ser uma talentosa ceramista das Caldas


As famosas casas de pedra da Capadócia

As danças Dervixes

O dinheiro mais mal gasto de sempre

 


As chamadas Chaminés de Fada

Igrejas Paleo Cristãs

Sultanhani

Konya

Já pesquisei sobre esta filosofia e é admiravel

Pamukkale


Éfeso

Casa da Virgem Maria. Diz o Vaticano!




Izmir

Eusculápio

Troia


Do outro lado, a Europa


Fiquei a saber que a Turquia teve um grande homem como fundador: Ataturk

Impossivel não se apaixonar por Istambul


sábado, 13 de janeiro de 2018

E diz que a Maia tinha razão (parte II)

E diz que este ano os peixes vão ter uma vida amorosa "ímpar".
Eu cá continuo na mesma mas ao que parece um querido amigo enviou-me isto pelo correio:



Estou tão, mas tão feliz!
Esta é uma daquelas amizades raras, esquesitas mas especiais. Conhecemo-nos nos blogosfera, num outro blog que eu tinha, a meu nome verdadeiro. O dele tambem era dentro do genero e entre comentarios mutuos, la fomos trocando uns mails. Descobrimos depois que tinhamos um conhecido em comum, o pai de uma amiga minha. Eu devia ter uns 15 ou 16 anos e ele uns 20... Se isto poderia parecer estranho a verdade é que não foi. Marcamos um encontro (coisa que não costumo fazer mas ao ter o pai da minha amiga em comum com ele, pareceu-me seguro) e não me arrependi. Ele era a pessoa que mostrava ser, inteligente, sensivel, um homem correcto e admiravel. Mais de uma década depois e com algumas visitas que mantiveram amizade acesa, foi com enorme surpresa e carinho que recebi este convite de casamento. A noiva nem imagina a sorte que tem. Conseguiu o principe que todas desejamos!
Agora só falta convencer uma amiga a ir comigo... eu e ele não temos amigos em comum que vão ao casamento. Acho que me sentirei meio deslocada... as minhas amigas acham estranho e meio lesbico serem minhas acompanhantes mas tenho de convencer alguma! Isto de ser solteira tem muito poucos inconvenientes mas este é um deles.
E ainda tenho de pensar a sério na dieta... estes quilos todos ganhos em Lisboa não ajudam nada a entrar e ficar incrivel nos vestidos que andei a ver hoje:




PS: vá lá, torçam por mim, apoiem-me na missão Bikini Matrimonio 2018. Não tenho um único vestido longo e acho que eles só ficam bem em mulheres mais magras e elegantes. Redondinha como estão, não vou gostar de me ver...

E diz que a Maia tinha razão (parte I)

Dizia a Maia e outros 2 ou 3 cartomantes na televisão pública que este ano era o Júpiter não sei donde e que todos teriamos o poder de realizar o que queremos. Pois bem... eu cá estou na mesma mas os meus amigos, finalmente, estão a conseguir o que sempre quiseram e eu não poderia estar mais feliz por isso!
Lembram-se da Charlotte que tantas vezes mencionei neste blog (e que há séculos que não falo nela, é certo...)? Aquela amiga cheia de problemas de saúde, vitima de inumeros abortos espontaneos, esfermeira?
Pois bem... é desta! Parece que oficialmente vamos ter herdeiro em Março!
E ela está tão bonita, feliz e luminosa... fui de próposito ao alentejo ao seu chá de bebé, carregada de mimos e de orgulho.
E foi muito bom. Reencontrei amigos que não via (pasmem-se) há 10 anos. DEZ ANOS!! A sério que já estou numa idade em que não vejo pessoas há 10 anos?!? E como pode passar uma década assim tão rápido, sem nem me dar conta?

Fracisquinho, o sobrinho mais desejado


Os presentes da tia (mais um kit de higiene)

Nós duas (Deus, preciso mesmo emagrecer...)

Com a primeira sobrinha, a filha da primeira do grupo a ser mãe, já com 2 anos e que eu ainda nem tinha conhecido

Não gosto da cidade onde vivem os meus pais, nunca gostei. Não me arrependo de ter saído de lá e só voltar 1x por ano. Mas sinto muita falta dos meus amigos, de poder vê-los quando quero e de tudo ser perto e fácil