sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Verdade ou farsa?


Cada vez mais estão na moda programas televisivos em que as pessoas acorrem na esperança de provarem algo, utilizando o famoso teste do polígrafo (que para quem não sabe, é um aparelho que se liga ao corpo humano e, através de vários sinais e variantes, determina se um indivíduo está a mentir ou a dizer a verdade).
Como telespectadora, estes testes parecem-me bastante reais mas… se fossem 100% fidedignos, já não existiriam tribunais nem advogados.
Acho eu…

O meu cérebro não aguenta mais!

Maldito seja o Presidente da Câmara aqui na minha terrinha que decidiu colocar colunas ao longo de todo o centro histórico com músicas natalícias.
É que é de manhã à noite, 7 dias por semana!

A continuar assim…

… vou poupar e bem na electricidade!
É que nem preciso ligar a minha televisão para ficar a par da programação.
A minha vizinha da frente, cuja sala tem a mesma parede que a minha respectiva, é velhota e muito, muito, muito surda. Ouve a televisão no máximo ao ponto de abafar o som da minha própria televisão!
Nos fins-de-semana em que a RTP1 transmite concertos ao vivo do Tony Carreira, nem queiram ver a festarola que é aqui no prédio.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Da minha pretensão

Sempre fui arrogante. Sempre tive a mania.
Em parte porque sempre tive boas notas sem estudar, em parte porque sempre tive mais cultura do que os meus colegas (ler muito desde os 6 anos tem destas coisas).
Como tal, sempre me comportei como se fosse um Einstein precoce, sempre me interessei por ciência, falava para os restantes como se fossem todos tontos e burros. Sempre gostei de me comportar assim, como a Rainha (da cocada preta).
Mantinha também um muro de gelo à minha frente, inantigível no meu nível, na minha formação.
Até que um dia, abanaram a minha falsa realidade. Uma colega de casa da faculdade disse-me “Não te conheço! Tu és tão fria e arrogante que eu nem sei se tu és boa ou má pessoa”.
Isto ficou a dar voltas no meu cérebro. Pensei, pensei…
Uns tempos depois, algumas outras pessoas reclamaram que estavam fartas da minha pretensão, de eu falar para elas como se fossem básicas.
E PLIM! Fez-se luz, finalmente!
Percebi que era estúpida, que magoava os outros, que afastava muita gente.
Percebi que não sou mais que ninguém. Comecei a fazer pequenos voluntariados, vi melhor o que é a vida, apercebi-me da sorte que tenho, apesar de tudo e ganhei respeito pelos demais.
Agora já não sou pretensiosa. A arrogancia… bem, já está a diminuir (ainda que não tenha sido eliminada).
Passei de robôt a ser humano. Até já choro! E olhem que isso, há 2 anos atrás, era impossível.
Posso afirmar que actualmente me orgulho muito da pessoa em que me tornei. Reconstrui-me e criei uma pessoa nova, mais amiga, mais sincera e mais afável.
Já não tenho medo de me magoar. Prefiro isso e chorar muito do que ter um coração de pedra.

Da pretensão



Já leram algum livro do José Rodrigues dos Santos?
Já viram este senhor a dar alguma entrevista?
Gosto muito dos livros dele. Entretêm-me muitíssimo. Entretêm… Tal como compete a qualquer bom policial, triller, etc…
Não entendo a insistência do jornalista em afirmar “Comparam-me com o Dan Brown? Não percebo porquê! A escrita dele é básica, baseada em escândalos para vender.” Ah tá… E tu não, Zézinho?
É que vamos lá a ver, só porque és daquelas pessoas a quem dizemos “Bom dia!” e tu respondes “Olá! Acabei de passar ali na Rua Y,com um elevador muito giro do século XX, construído pelo Coizinho da Silva que… já agora, sabes algo da vida dele?” (eu já vi o José Rodrigues dos Santos a dissertar toda a origem dos elevadores no programa “5 para a meia noite” e o Nilton com cara de AVC), não faz de ti um escritor de alto gabarito, digno de um prémio Nobel. É que literatura é… sei lá… Tolstoi? Dumas?
Oh Zézinho, não inches o peito só porque és um grande jornalista (que és, sim senhor), porque para ser escritor é preciso outra alma, outra visão.
Um livro teu vale tanto quanto um do Dan Brown, portanto… sê coerente, Zé. É que desprezar o americano para vir agora lançar uma obra sobre Cristo e afins, fica-te mal.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Estamos nesta fase:


Ora bolas que continuo confusa!

Diário



Cada vez gosto mais de escrever neste meu cantinho.
Resulta como um exorcismo poderoso que só me apazigua a alma.
Fazer deste blog um diário, sempre foi o meu objectivo. E consegui, tanto é que exponho aqui de um tudo, desde a minha vida sexual à familiar.
Estou bastante orgulhosa do espaço que construí e espero que dure bons e longos anos [de preferencia o tempo suficiente para eu começar a fazer post’s sobre a incontinencia e as placas dentárias].
Por vezes, volto ao inicio e dou uma vista de olhos no blog. Gosto de rever o que vivi num determinado espaço de tempo e dou por mim a sorrir com cara de parva.
É bom reter o passado na memória. É bom que me orgulhe até das coisas más.
É bom viver e escrever a Vida.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Desta é que tive a certeza

A Conceição Lino é uma óptima jornalista. Perspicaz e directa.
Mas como apresentora, acho-a muito parada, meio sonsa.
E hoje tive a certeza!
Ora estava um senhor lá no programa da tarde a contar a sua história: tinha sido violado aos 8 anos pelo vizinho. Nunca contou nada a ninguém, foi educado por um pai rígido e violento e escondeu a sua homosexualidade durante 30 anos, até à morte do progenitor.
Pergunta da Conceição Lino: “E acha que a violação que sofreu teve algo a ver com a sua opção sexual?”.
Primeiro: é orientação! Ninguém opta por ser homosexual. Esta diferenciação de termos é algo básico que todos deveriam saber e que só demostra respeito pelos restantes. Afinal, se se pudesse escolher, ninguém optaria por um caminho tão impregnado de preconceito.
Segundo: Oh Conceição, filha… mesmo que a violação tenha influenciado a visão sexual da vida do senhor em causa, achas mesmo que ele te iria dizer isso? Já estou a imaginar a resposta “Sim, adorei tanto ser sodomizado à bruta pelo meu vizinho e ver roubada a minha inocência e dignidade que desde aí nunca mais quis outra coisa”.
Oh minha querida, evolui mais como apresentadora e pessoa, está bem?

Ps: Ora bolas, fiquei chateada! Apesar de sonsinha, eu sempre simpatizei com a Conceição. Achava-a fofinha, na sua calma. E agora sai-me com esta da opção? Pronto, a partir de hoje nunca mais a vou conseguir olhar com os mesmos olhos…

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Rescaldo do romance na neve

O hotel não tinha lareira, é certo. Mas ainda assim, não deixámos a pirosice amorosa de lado.
Parecíamos duas crianças na neve! Até atiramos bolas de neve um ao outro (porra, que aquilo é duro e dói!).
Tentamos ir visitar Alhambra mas… fechava mais cedo do que pensava e olha… terá de ficar para uma próxima viagem.
Restam-me as memórias da viagem que insistem em não abandonar o meu pensamento constantemente, tal não foi o amor e o carinho que estiveram presentes a todo o instante.
Já tenho saudades, sobretudo de ter um quarto só para nós.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Amor na neve


Nunca vi neve!
Uma vez nevou na terra onde estava a estudar e eu estava de fim-de-semana na terrinha.
Quando nevou na terrinha, eu andava por Lisboa.
Ou seja, o Destino quer-me frustrar!
Perante tal facto deprimente, eis que o [melhor] namorado decidiu levar-me a passar este fim-de-semana à Serra Nevada!
Iuupiiiiiiii


Amanhã de madrugada lá vamos nós!
E se o hotel tiver uma lareira, podem apostar que nos esperam momentos muito romanticos e melosos.
Até segunda, pessoal!