segunda-feira, 10 de março de 2014

Só me faltava esta…



Maldita gripe. É que veio do nada. Estava tão bem, toda airosa e PUMBA! Dor intensa na garganta, espirros a toda a hora…
O que vale é que sou uma interesseira e uso o facto de estar doente para me mimar ainda mais. Bora lá aquecer a garganta com um crepe de chocolate e um chá. Obrigado Continente, pelas promoções deliciosas. Nham nham!


PS: Sobre o facebook do “falecido”, após exigências firmes da minha parte e uma boa ameaça (teve mesmo de ser…), ele lá mudou a pass. Sei que também me ia sentir mal ao apagar-lhe a página. Maldita consciência sensível! Agora já posso respirar melhor, ele mudou a pass, eu eliminei a amizade e pronto, não tenho acesso a nada mais, nem um estado, nem uma actualização, nem uma foto. Finito!
Ah mas o “falecido” deixou claro que mesmo mudando a pass, não entendia porque eliminei a amizade, uma vez que ele não anda a fazer nada de mais nem quer porque me ama e simplesmente terminou tudo porque não funcionamos nem éramos felizes. Logo, segundo ele, pretende ficar sozinho muito tempo e recusa-se a conhecer alguém novo. Bom para ele.

Detalhes de um fim III



Ele saiu. Eu fiquei no chão, desesperada, sem forças.
A E., uma amiga minha, sabendo que eu ia a casa do João fazer-lhe uma surpresa, decidiu ligar-me a perguntar como tinha corrido tudo. Ao ver que eu nem conseguia falar, só chorar, decidiu aparecer lá e tirar-me daquela casa e daquele desespero.
Obrigou-me a vir embora e a trazer a minha única e mais forte ligação ao João: o gato Nino.
Nunca cheguei a partilhar convosco o desfecho da história do Nino, mas basicamente ele nem foi posto em adopção porque o João, para me ver feliz, decidiu ficar com o gato nem gostando de gatos. Eles davam-se bem, o Nino adorava-o e tinham uma relação bem bonita.
Mas naquele momento, com o incentivo da E. e levada pela raiva, peguei no Nino e trouxe-o. Mas quando cheguei a casa e vi o Eros a ameaça-lo, furioso sobretudo comigo, o Nino debaixo da cama a tremer, a urinar-se, senti-me a pior pessoa à face da Terra. Para quê fazer o Nino pagar pelo meu despeito? Afinal ele e o João são felizes. Que mesquinha! Fui devolvê-lo uma hora depois.

domingo, 9 de março de 2014

Conselho mesquinho



Quem me lê sabe que faço meditação 1x por semana, sou Reikiana e tento ser boa pessoa, o melhor que posso, a cada dia. Sou humana e, claro, por vezes falho, deixo-me levar por raivas, medos, pressões e ódios.
O João é um leigo total no que toca a computadores. Nem sabe o que é o Word nem como usa-lo. No entanto, eu fiz-lhe um mail por motivos laborais e um Facebook para falarmos quando foi para França. Sempre tive a pass dele. Mas agora acabamos. Não faz mais sentido eu ter a pass. Já lhe pedi, desde Janeiro, que a mude. E que fez ele? Nada.
Sei que é errado mas acabo por ir lá ver e magoou-me. Vejo os comentários à família, os pedidos de amizade, as fotos daquela gente doente… Parece que faz de propósito! Porque não muda o raio da pass? É um esquema? Quer-me magoar? É para provar-me algo?
Preciso de pensar no meu bem estar e estou a ponderar apagar-lhe o face. Ele anda a gozar comigo há 3 meses! Mas sei que a minha consciência pesa com demasiada facilidade. Tenho medo de ser mesquinha e me vir a arrepender. Mas preciso mesmo que ele mude a pass e não o faz.
Que fariam?

Resumo de uma noite surpreendentemente dolorosa



E lá fui, com o amigo gay, toda catita, a um lounge bar, beber algo, deitar conversa fora, rir. Tentar rir. Estava a correr tudo bem até àquele momento.
Recuando: há 2 dias vi no Facebook uma foto do João com a família, todos contentes, a verem o Carnaval, ele de cerveja na mão. Ele que tinha deixado de beber em Setembro, por mim. Chocou-me. Chocou-me ter travado batalhas tão duras, tão longas, ter sido tão humilhada para que agora eu seja excluída e a família prevaleça, família que ele apelidava de doente mental.
Aquela foto impressionou-me tanto que cheguei ao ponto de chorar compulsivamente e ter uma hemorragia (sim, sou daquelas pessoas que têm reacções físicas aos problemas emocionais, cada vez que me enervo tenho uma hemorragia e imensas dores de barriga e, por vezes, falta de ar). Nem fui trabalhar, não conseguia sair da cama.
Após 48h fechada em casa, quando decido ir apanhar ar, quem encontro? O João e a irmã. Num bar onde ele nunca na vida foi! Ando eu a evitar os sítios do costume para isto! Ela viu-me e fez questão de levar o João para outra parte do bar, para evitar que ele me visse.
Não sei se não preferiria vê-lo ali a engatar outra, a refazer a vida dele com mulheres. Refugiar-se numa família em que ele era o primeiro a aconselhar-me a fugir, a não confiar, a ter em atenção que a irmã dele é falsa e não faz nada sem ser premeditado, impressiona-me. É falsidade? É dependência? É doença? Como me pode dizer “Não vás a casa da minha irmã, cuidado com os convites dela, ela é falsa” e andar sempre pendurado dela? Mas que merda, eu não sou assim! Não gosto? Não convivo! Mas anda tudo com falta de carácter e princípios? Esta palhaçada toda está a dar comigo em doida!

PS: Obrigado pelos vossos comentários, apoio e partilha de situações semelhantes. Quem quiser, sinta-se à vontade para me contactar pelo email undertheclothes@sapo.pt
Quem sabe não aprendemos mutuamente e nos apoiamos?